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O dólar comercial perdeu força no final do pregão desta segunda-feira na B3. Depois de manter as atenções no cenário doméstico, com o resultado da primeira pesquisa de intenções de votos para a corrida presidencial apresentada neste fim de semana pelo Datafolha, a moeda entrou em correção. O foco ficou no cenário externo, depois que os ataques nos laboratórios de produção de armas químicas na Síria pelos Estados Unidos e países aliados não surtiram efeitos diretos nos mercados financeiros globais.

Ao final, no interbancário, o dólar ficou cotado a R$3, 411 para a compra e R$3,412 para a venda, queda de 0,41%.

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O euro ficou em R$4,223 para a compra e R$4,225 para a venda, queda de 0,07%.

A libra ficou em R$4,889 para a compra e R$4,892 para a venda, alta de 0,33%.

O Banco Central do Brasil ofertou 3,4 mil contratos na venda de dólares no mercado futuro na modalidade de swap cambial tradicional. Todos os contratos foram vendidos na rolagem de US$1,02 bilhão com vencimento para maio.

Na bolsa de Nova York, o dólar opera em queda e com os investidores concluindo que o ataque na Síria pelos Estados Unidos foi um evento isolado. Entretanto, o temor segue para um estreitamento nas relações com a Rússia, que condenou os ataques em defesa do governo de Bashar al-Assad.

Há pouco, o índice DXY, que compara o dólar com outras seis moedas, estava em queda de 0,46% a 89,46. O WSJ, que amplia a comparação com mais 16 moedas, estava em queda de 0,33% a 83,58.

O euro seguia em alta de 0,43% a US$1.2378. A libra estava em alta de 0,70% a US$1.4324.


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