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A Dívida Pública Federal, que inclui o endividamento interno e externo, iniciou o ano com queda. O saldo da dívida caiu 1,91%, em termos nominais, passando de R$ 3,112 trilhões em dezembro para R$ 3,053 trilhões em janeiro. Os dados foram divulgados hoje pelo Tesouro Nacional.

De acordo com o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Leandro Secunho, a queda no estoque da dívida em janeiro ocorreu porque houve resgate líquido, ou seja os vencimentos dos títulos públicos foram maiores do que as emissões. “O que venceu em janeiro representa 30% de tudo que vence no ano”, disse.

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A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), em circulação no mercado nacional, teve seu estoque reduzido em 1,6%, ao passar de R$ 2,986 trilhões para R$ 2,938 trilhões.

Com relação ao estoque da Dívida Pública Federal externa (DPFe), houve redução de 9,27% sobre o apurado em dezembro, encerrando janeiro em R$ 114,8 bilhões (US$ 36,71 bilhões).

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões, pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta.

A variação pode ocorrer também pela assinatura de contratos de empréstimo. Nesse caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição financeira ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá encerrar este ano entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões.

Em 2016, a dívida ficou em R$ 3,113 trilhões, com alta de 11,45% em relação a 2015.


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