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SÃO PAULO, 14 Jun (Reuters) – O Conselho Monetário Nacional
(CMN) alterou nesta quinta-feira uma regra para as entidades
abertas de previdência complementar diante do "cenário atual de
maior volatilidade na curva de juros", permitindo que elas se
desfaçam de cerca de 70 bilhões de reais em títulos da dívida
pública prefixados de longo prazo.
O CMN adotou uma nova tabela, antecipando o cronograma de
redução da exigência do prazo médio de repactuação mínimo, com o
primeiro vencimento fixado em 29 de junho, ante 29 de setembro.
As entidades, "para evitarem o repasse do risco de taxa de
juros aos segurados/participantes, compravam títulos prefixados
longos (para cumprir o PRC) com operação de hedge via
derivativo, sintetizando títulos pós-fixados, o que contribuiu
para uma maior inclinação da curva de juros, distorcendo
negativamente os prêmios desses papéis", disse o Ministério.

(Por Iuri Dantas; edição de Aluísio Alves)
(([email protected]; +55 11 5644-7757; Reuters
Messaging: [email protected]))

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