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Por P.J. Huffstutter
CHICAGO, 15 Mai (Reuters) – A Cargill CARG.UL está
preocupada de que a estratégia da Casa Branca sobre abordar
práticas desleais de comércio com a China não vai funcionar,
podendo levar a uma escalada das tensões comerciais, de acordo
com comentários da gigante global do setor de grãos enviados ao
representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer.
A carta de cinco páginas, apresentada na sexta-feira e
tornada pública na segunda, foi uma resposta a um pedido do
escritório de Lighthiker sobre comentários públicos dentro da
investigação da "Seção 301", que autoriza tarifas em uma
tentativa de forçar mudanças nas políticas do governo chinês
sobre propriedade intelectual.
O representante do comércio disse nesta terça-feira que
começará a realizar três dias de audiências públicas sobre as
tarifas de 50 bilhões de dólares propostas pelos EUA sobre
produtos chineses.
As audiências, realizadas em Washington, fazem parte de um
esperado período de consulta pública de 60 dias que a área
comercial norte-americana fará antes de aplicar qualquer "tarifa
301'.
O presidente Donald Trump ameaçou tarifas sobre importações
de produtos chineses, e a China ameaçou retaliar com impostos
sobre produtos dos EUA, incluindo soja e aviões.
"A Cargill tem preocupações significativas com a promulgação
potencial de tarifas unilaterais e restrições de investimento
contra a China, além de ameaças de aumento de tarifas", escreveu
Devry Boughner Vorwerk, vice-presidente de assuntos corporativos
globais da Cargill.
(Reportagem adicional de David Lawder, em Washington)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS JRG RS


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