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Por Leika Kihara e Stanley White
TÓQUIO, 9 Mar (Reuters) – O presidente do banco central do
Japão sinalizou nesta sexta-feira sua prontidão para aumentar o
estímulo se a recuperação econômica perder força, em uma
resistência enfática às crescentes especulações de que pode
reduzir o incentivo conforme outras economicas desfazem as
políticas da época da crise.
O Banco do Japão manteve sua estrutura de política monetária
nesta sexta-feira como esperado, mas o presidente Haruhiko
Kuroda classificou a medida do presidente dos Estados Unidos,
Donald Trump de adotar tarifas de importação sobre o aço e o
alumínio como risco tanto para a economia doméstica quanto
global.
Diante de temores de uma guerra comercial global e com o
iene forte, Kuroda alertou que existe incertezas na projeção de
do banco central de que a inflação alcançará a meta de 2 por
cento durante o ano fiscal que termina em março de 2020.
"Se a economia perder força para alcançar nossa meta de
preço, vamos, é claro, considerar afrouxar mais a política
monetária", disse Kuroda.
O Banco do Japão manteve a promessa de guiar a taxa de juros
de curto prazo em -0,1 por cento e os rendimentos do título de
10 anos em torno de 0 por cento.
Também deixou intacta sua avaliação otimista de que a
economia continua a expandir de forma moderada graças a
exportações e gastos de capital robustos.
((Tradução Redação São Paulo, 55 11 5644 7729))
REUTERS CMO


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