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SÃO PAULO, 10 Out (Reuters) – O Banco Santander revisou sua
projeção para a taxa Selic a 6,75 por cento no final deste ano e
do próximo, de 7,5 por cento antes para ambos os anos, e também
ajustou suas previsões para o crescimento da economia a 0,8 por
cento neste ano, de 0,5 por cento antes, e 3,2 por cento em
2018, de 2,5 por cento.
"Numa retrospectiva de longo prazo, isso deve resultar na
taxa (de juros) mais baixa em 60 anos, segundo as nossas
previsões", afirmou o economista-chefe do Santander, Maurício
Molan, em relatório.
Para a instituição, moeda fraca e inflação estável sugerem,
ao contrário do que ocorreu entre 2012 e 2013, ser possível
manter a taxa Selic perto de suas previsões por algum tempo –
pelo menos até o meio de 2019.
Os fundamentos econômicos da economia brasileira, segundo o
banco, parecem estar em melhor forma atualmente, enquanto o
regime de câmbio flutuante e o quase inexistente controle de
capital sugerem que a taxa de câmbio não está longe do
equilíbrio e provavelmente não será fonte de inflação
descontrolada, pelo menos nos próximos anos.
"No entanto, acreditamos que é importante manter o foco no
reequilíbrio das contas fiscais.. O ajuste fiscal é condição
necessária para que o Brasil mantenha a taxa de juros em um
dígito", acrescentou o relatório.

(Por Claudia Violante; Edição de Luiz Guilherme Gerbelli)
(([email protected]; 55 11 5644 7723; Reuters
Messaging: [email protected];))

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