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(Texto atualizado com mais informações)
Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira
RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 13 Abr (Reuters) – O setor de
serviços voltou a crescer em fevereiro, porém, com um resultado
bem abaixo do esperado e insuficiente para recuperar as perdas
do mês anterior, destacando a dificuldade de imprimir um ritmo
sustentado de recuperação.
O volume de serviços teve em fevereiro avanço de 0,1 por
cento na comparação com o mês anterior, informou nesta
sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE).
O resultado ficou bem abaixo da expectativa em pesquisa da
Reuters de alta de 0,5 por cento, após recuo em janeiro de 1,9
por cento.
Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o volume registrou
perdas de 2,2 por cento, ante expectativa de queda de 0,3 por
cento.
"O setor de serviços não mostra sinais claros de uma
recuperação sustentada. Os serviços estão com comportamento como
a economia em geral: com perdas e ganhos mensais, e num processo
lento e gradual", afirmou o coordenador da pesquisa no IBGE,
Rodrigo Lobo.
O leve ganho no volume de serviços em fevereiro deveu-se
exclusivamente à atividade de serviços profissionais,
administrativos e complementares, única a apresentar alta sobre
o mês anterior, de 1,7 por cento.
Entre as outras, os serviços prestados às famílias caíram
0,8 por cento, outros serviços tiveram queda de 0,7, por cento,
serviços de informação e comunicação perderam 0,6 por cento,
transportes e serviços auxiliares aos transportes e correio
recuaram 0,3 por cento.
As atividades turísticas, por sua vez, apresentaram queda de
3,4 por cento em relação a janeiro.
Em meio a uma recuperação gradual da economia brasileira, o
setor de serviços vem apresentando uma retomada mais irregular
com o desemprego ainda em nível alto no país, mesmo diante de
uma inflação baixa que favorece o consumo.

Atividade Janeiro Fevereiro
Serviços -1,9 +0,1
1.Serviços prestados à família -0,2 -0,8
1.1.Serviços de alojamento e -0,1 -0,7
alimentação
1.2.Outros serviços prestados à -0,4 -1,5
família
2.Serviços de informação e -1,0 -0,6
comunicação
2.1.Serviços de TI e comunicação -0,8 -0,6
2.2.Serviços audiovisuais, de -2,0 -0,6
edição e agências de notícias
3.Serviços profissionais, -2,3 +1,7
administrativos e complementares
3.1.Serviços técnico-profissionais -3,7 +1,6
3.2.Serviços administrativos e -2,3 +1,6
complementares
4.Transportes, serviços auxiliares -1,2 -0,3
e correios
4.1.Transporte terrestre -0,6 -0,6
4.2.Transporte aquaviário +1,4 -2,4
4.3.Transporte aéreo +0,8 -11,4
4.4.Armazenagem, serviços -0,9 +0,6
auxiliares e correios
5.Outros serviços +2,2 -0,7

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(Edição de Claudia Violante)
(([email protected]; 55 11 5644-7729; Reuters
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