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(Texto atualizado com mais informações)
BRASÍLIA, 7 Jun (Reuters) – A Agência Nacional do Petróleo,
Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) tomou uma atitude correta ao
abrir uma consulta pública sobre a periodicidade do repasse de
preços de combustíveis para o consumidor, e isso não quer dizer
que haverá intervenção no setor, disse nesta quinta-feira o
ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.
Na última terça-feira, a diretoria da ANP aprovou por
unanimidade a realização de uma Tomada Pública de Contribuições
(TPC) para a elaboração de uma resolução sobre a periodicidade
do repasse dos reajustes de preços, em meio às discussões
geradas pela paralisação dos caminhoneiros.
"Existe um debate público notório sobre essa questão da
periodicidade de reajuste, e eu acho que a atitude da ANP… é
absolutamente correta", disse Guardia.
Segundo ele, a decisão da agência reguladora não representa
uma intervenção do governo no setor.
"Então não tem nenhuma intervenção do governo, é uma
iniciativa da ANP que eu acho bastante adequada", completou.
A Petrobras disse mais cedo na semana, em nota, que vai
colaborar com as discussões lideradas pela ANP.
O novo presidente da estatal, Ivan Monteiro, afirmou nesta
quinta-feira, após leilão do pré-sal, que a consulta pública da
ANP parece ter dois pilares muito claros: liberdade e
competição.
No mesmo evento, o diretor-geral da ANP, Décio Oddone,
afirmou que a consulta não significa uma intervenção, mas se
trata de algo para dar estabilidade a um setor que ainda tem um
monopólio de refino de petróleo de uma estatal.
Segundo ele, o país precisa de muitas empresas para investir
no setor de refino no Brasil, algo que não ocorreria se houvesse
uma intervenção estatal no setor.

(Por Mateus Mais, com reportagem adicional de Marta Nogueira;
edição de Roberto Samora)
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