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(Texto atualizado para incluir contexto)
SÃO PAULO, 22 Nov (Reuters) – O Conselho Administrativo de
Defesa Econômica (Cade), o órgão anti-truste do Brasil, poderá
estender em até 90 dias sua análise da compra da companhia de
sementes Monsanto pela Bayer , segundo um
despacho publicado no site do órgão nesta quarta-feira.
Se homologada pelo tribunal, a extensão poderia atrasar até
o fim de março uma decisão final do Cade.
A dilação de prazo será discutida em uma sessão do tribunal
do Cade ainda nesta quarta-feira, disse um porta-voz do
regulador à Reuters, uma vez que essa é uma exigência para que a
extensão entre em vigor.
A transação de 66 bilhões de dólares entre Bayer e Monsanto,
anunciada em setembro de 2016, criaria a maior companhia
integrada de pesticidas e sementes do mundo.
Em fevereiro, quando divulgou resultados financeiros, a
Bayer disse que a empresa continuava confiante de que obteria as
aprovações regulatórias e concluiria a transação antes do fim de
2017.
A dilação de prazo pode arrastar a análise até 20 de março.
Inicialmente, a decisão do Cade era esperada para o fim de
dezembro.
De acordo com a lei brasileira, o Cade tem no máximo 330
dias para avaliar qualquer fusão. Sua análise sobre o acordo
Bayer-Monsanto começou em 24 de abril.
No mês passado, a Superintendência Geral do Cade disse que a
proposta da Bayer de compra da Monsanto poderia ser prejudicial
à competição, e sugeriu que condições fossem impostas para a
aprovação do acordo no Brasil.
O país é o maior mercado da Monsanto fora dos Estados
Unidos.
(Por Ana Mano)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS LM


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