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Tesouro Direto Taxa Zero 970×250

(Texto atualizado com mais informações)
SÃO PAULO, 17 Mai (Reuters) – O Banco do Brasil
está cortando taxas cobradas nas novas concessões de algumas
linhas de crédito, como o cheque especial e o capital de giro,
disse nesta quinta-feira o presidente-executivo, Paulo
Caffarelli.
"A demanda está crescendo e a concorrência entre os bancos,
também", afirmou Caffarelli a jornalistas após evento em São
Paulo.
O Banco Central decidiu na quarta-feira manter a taxa básica
de juros em 6,50 por cento ao ano, justificando que o cenário
externo tornou-se mais desafiador e apresentou volatilidade,
apesar de reconhecer que a atividade econômica do país perdeu
força e o comportamento da inflação continua favorável.

Segundo Caffarelli, o ritmo de recuperação da economia
brasileira está sendo menor do que o que se esperava, mas ele
manteve expectativa de alta de cerca de 2,5 por cento do PIB em
2018, o que terá reflexos na expansão do crédito.
Na véspera, o Itaú Unibanco também anunciou corte
nas taxas do cheque especial e no crédito pessoal.
A movimentação dos bancos ocorre após o BC, horas antes do
anúncio da Selic, ter informado que seu Índice de Atividade
Econômica (IBC-Br), uma espécie de indicador antecedente do PIB,
recuou 0,74 por cento em março ante fevereiro, resultado bem
pior do que a expectativa em pesquisa da Reuters com analistas,
de queda de 0,10 por cento. Com isso, o indicador mostrou
contração de 0,13 por cento no primeiro trimestre.
O BB havia anunciado na semana passada que, diferente do que
planeja para 2018, sua carteira de crédito no fim de março,
tinha caído 1,9 por cento em 12 meses. A carteira orgânica
interna, base da previsão do BB, caiu 1,3 por cento, ante
previsão de alta de 1 a 4 por cento em 2018. Mas o banco manteve
a previsão de alta para o ano.

MetaTrader 300×250

(Por Aluísio Alves, edição Alberto Alerigi Jr. e Paula Arend
Laier)
(([email protected]; 5511-5644-7753; Reuters
Messaging: [email protected]))


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