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Por Liana B. Baker
21 Nov (Reuters) – O AppLovin ajustou um acordo de 1,4
bilhão de dólares para se vender à empresa chinesa Orient Hontai
Capital, informou o grupo norte-americano de marketing móvel na
terça-feira, depois que o governo dos Estados Unidos se
posicionou contra o acordo original.
O movimento ilustra como as companhias têm buscado maneiras
de obter aprovação para seus negócios junto ao Comitê de
Investimento Estrangeiro nos EUA (CFIUS, na sigla em inglês), um
painel do governo que examina transações em busca de possíveis
ameaças à segurança nacional.
O órgão se tornou mais relutante em aprovar os negócios
chineses desde que Donald Trump assumiu a presidência dos EUA,
em janeiro, e os legisladores norte-americanos apresentaram
projetos de leis para endurecer as regras de investimento
estrangeiro no país, em meio a uma crescente preocupação com os
esforços chineses para comprar empresas de alta tecnologia dos
EUA.
O AppLovin disse à Reuters em comunicado que abandonou os
planos de vender uma participação majoritária na Orient Hontai
Capital, com sede em Xangai. Em vez disso, disse que aceitou um
investimento de 841 milhões de dólares da chinesa, que também
completou um investimento de 140 milhões de dólares no AppLovin
em janeiro de 2017.
O aporte de 140 milhões de dólares indica uma avaliação de
cerca de 1,4 bilhão de dólares para o AppLovin, o mesmo preço do
negócio firmado há mais de um ano com a Orient Hontai Capital.
O AppLovin e a Orient Hontai notificaram o CFIUS dos novos
acordos, mas não acreditam que o novo negócio passará por
escrutínio do comitê porque não dá à chinesa nenhum controle
sobre o grupo norte-americano, disse uma fonte familiarizada com
o assunto.
(Por Liana B. Baker)
((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447745))
REUTERS TH GM


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