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Por Cate Cadell e Brenda Goh
PEQUIM, 22 Nov (Reuters) – A Apple e seu maior
parceiro de fabricação disseram nesta quarta-feira que um
pequeno número de estudantes foram descobertos fazendo horas
extras em sua fábrica chinesa, violando as leis trabalhistas
locais.
Os alunos trabalhavam voluntariamente por mais de 11 horas
por dia na fábrica como parte de um programa de estágio escolar
em uma fábrica administrada pela Hon Hai Precision ,
também conhecida como Foxconn, confirmou a empresa.
"Nós descobrimos estagiários fazendo horas extras em uma
fábrica de fornecedores na China. Confirmamos que os estudantes
trabalharam voluntariamente, foram compensados e receberam
benefícios, mas eles não deveriam ter permissão para trabalhar
horas extras", afirmou a Apple em comunicado.
A norte-americana e a Foxconn foram acusadas de práticas
trabalhistas precárias no passado, mas a Apple tem tentado
controlar essas questões, lançando revisões anuais da cadeia de
suprimento do iPhone.
As violações anunciadas nesta semana ocorrem quando a
empresa está se esforçando para atender a demanda pelo novo
iPhone X, que começou a entregar neste mês.
Uma notícia anterior do Financial Times citou seis
estudantes que trabalharam horas extras na fábrica dizendo que o
programa era necessário para que se formassem. Segundo o jornal,
os alunos, entre 17 e 19 anos, foram forçados pela escola a
participar do estágio.
(Por Cate Cadell e Brenda Goh)
((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447745))
REUTERS TH RBS


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