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Por Valerie Volcovici
WASHINGTON, 10 Jan (Reuters) – Governadores e outros
funcionários de vários Estados costeiros dos EUA aumentaram a
pressão sobre a administração do presidente Donald Trump nesta
quarta-feira para isentar suas águas de um plano de perfuração,
horas após o Departamento do Interior ter acatado o pedido da
Flórida para a sua exclusão.
A reação poderia complicar os esforços de Trump para ampliar
a produção de petróleo e gás em mar. A proposta de um plano de
locação de áreas revelado na semana passada visa abrir todas as
costas dos EUA para perfuradores nos próximos cinco anos.
O Alasca e o Maine são os únicos Estados dos EUA cujos
governadores expressaram apoio ao plano.
Os governadores de Delaware, Carolina do Norte e Carolina do
Sul na terça-feira estavam buscando reuniões com o secretário do
Interior, Ryan Zinke, para pressionar, argumentando que a
perfuração representaria riscos significativos para o turismo
costeiro, enquanto representantes de outros Estado escreveram
tuítes.
"O turismo e a recreação ao longo do litoral de Delaware
trazem bilhões à atividade econômica a cada ano e sustentam
dezenas de milhares de empregos", disse o governador democrata
John Carney, do Delaware, em uma publicação no Twitter nesta
quarta-feira pela manhã.
"Nova York também não quer perfurar nossa costa. Onde nos
inscrevemos para uma renúncia @SecretaryZinke?", escreveu o
governador de Nova York, Andrew Cuomo, também um democrata.
Uma porta-voz do Departamento do Interior não respondeu
imediatamente a um pedido de comentários sobre como o
departamento abordaria os pedidos.
((Tradução Redação Rio de Janeiro, 5521 2223-7104))
REUTERS MN JRG


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