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Por Alister Doyle

OSLO (Reuters) – O ano passado foi o segundo mais quente em todo mundo, atrás apenas de um escaldante 2016, com sinais de mudanças climáticas que vão de incêndios florestais ao derretimento de gelo ártico, informou nesta quinta-feira um centro de monitoramento do clima da União Europeia.

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O Serviço de Mudança Climática Copernicus, a primeira grande agência meteorológica internacional a relatar as temperaturas globais de 2017, disse que elas foram em média 14,7ºC maiores do as do período pré-industrial.

O ano passado foi ligeiramente "mais fresco do que o ano mais quente registrado, e mais quente do que o segundo ano mais quente, 2015", disse o relatório. As temperaturas têm sido registradas desde o final do século 19.

Os dados corroboram uma projeção da Organização Meteorológica Mundial, da ONU, feita em novembro, de que 2017 seria o segundo ou terceiro ano mais quente depois de 2016, como parte de uma tendência de longa data impulsionada por gases estufa produzidos pelo homem.
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