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Por Alister Doyle
OSLO, 4 Jan (Reuters) – O ano passado foi o segundo mais
quente em todo mundo, atrás apenas de um escaldante 2016, com
sinais de mudanças climáticas que vão de incêndios florestais ao
derretimento de gelo ártico, informou nesta quinta-feira um
centro de monitoramento do clima da União Europeia.
O Serviço de Mudança Climática Copernicus, a primeira grande
agência meteorológica internacional a relatar as temperaturas
globais de 2017, disse que elas foram em média 14,7ºC maiores do
as do período pré-industrial.
O ano passado foi ligeiramente "mais fresco do que o ano
mais quente registrado, e mais quente do que o segundo ano mais
quente, 2015", disse o relatório. As temperaturas têm sido
registradas desde o final do século 19.
Os dados corroboram uma projeção da Organização
Meteorológica Mundial, da ONU, feita em novembro, de que 2017
seria o segundo ou terceiro ano mais quente depois de 2016, como
parte de uma tendência de longa data impulsionada por gases
estufa produzidos pelo homem.
((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 22237141))
REUTERS MCP PF


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