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1 Dez (Reuters) – A Amazon.com anunciou na
quinta-feira que a Alexa, sua assistente digital controlada por
voz, está agora programada para lidar com várias tarefas
tediosas de escritório.
As empresas podem comprar dispositivos Alexa que ajudam
funcionários a se conectarem em conferências telefônicas,
gerenciar suas agendas, encontrar salas de reunião vagas e – sem
surpresas – encomendar material de escritório na Amazon.
A Amazon quer que a Alexa esteja em todos os lugares e
precisa de mais dados de voz para alimentá-la e "treiná-la",
para que a conversa com ela seja uma experiência parecida com
falar com um amigo. A companhia quer lucrar no longo prazo com
pessoas que façam compras com a Alexa e usando-a – em detrimento
da Siri, da Apple e do Google Assistant, da Alphabet
– como sua tecnologia de comando de voz preferida.
"Reuniões sempre começam com 10 minutos de atraso" devido a
pequenos problemas tecnológicos, disse o diretor de tecnologia
da Amazon, Werner Vogels, em uma conferência da companhia sobre
computação em nuvem em Las Vegas. "Se a voz é uma maneira
natural de interagir em sua casa… por que não construir algo
que você possa usar no trabalho também?"
A resposta a esta questão é a oferta "Alexa para Empresas",
da Amazon, que permite que as companhias comprem dispositivos
Alexa como o Echo para que os funcionários compartilhem a 7
dólares por mês por gadget. Isto marca o fim da política normal
da Amazon de exigir que os dispositivos Alexa sejam ligados a
uma conta Prime para desbloquear todas as ferramentas.
A nova oferta aumenta a concorrência da Amazon com a
Microsoft Corp , que comprou o Skype em 2011, com a
esperança de melhorar as comunicações no trabalho. A Microsoft
recentemente também cortejou empresas com aplicativos
de sua própria tecnologia de voz, com programas que convertem
áudio em texto e vice-versa.
Ainda assim, a integração de um assessor de voz popular
entre consumidores – seja para mesas de cabeceira, vestiários,
carros ou mesmo refrigeradores – com o local de trabalho é o
primeiro para a indústria tecnológica
(Por Jeffrey Dastin e Salvador Rodriguez)
((Tradução redação São Paulo 56447764))
REUTERS NS RBS


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