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A forte queda do dólar observada nos últimos dias chegou ao ápice na última terça-feira, quando bateu o valor comercial de R$3,10. Na semana passada, 18/10, a cotação do comercial era de R$ 3,18, já no dia 21/10, era de R$ 3,15, e seguindo a queda atingiu o valor que não era visto no mercado brasileiro desde junho de 2015.

Vivendo essa constante mudança e cenário de valorização do real frente ao dólar, a BeeCâmbio, primeira correspondente cambial brasileira que funciona completamente online e está presente em mais de 40 cidades, analisou os acontecimentos que ocasionaram essa movimentação.

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A mínima da moeda ontem se deu por diversos fatores, incluindo a desvalorização do dólar no exterior. No Brasil, a lei de repatriação influenciou as expectativas quanto à valorização do real e fez com que entrasse um novo fluxo de recursos no país, além das fortes expectativas de uma melhora no mercado brasileiro como um todo.

“Enquanto o fluxo de dinheiro da repatriação continuar entrando no país, e o cenário no exterior continuar benigno, o dólar vai continuar caindo”, afirma Fernando Pavani, CEO da BeeCâmbio.

Além disso, a última Ata do Comitê de Política Monetária (Copom) aponta que a diminuição dos juros deve ser feita de maneira gradual e moderada, uma vez que está fortemente atrelada à desaceleração da inflação de serviços e as aprovações das medidas de ajuste fiscal.

“Outro fator que fez com que a cotação chegasse a R$3,10 nesta terça-feira foi o aumento do preço dos minérios de ferro, influenciado pela demanda da China por aço. Isto refletiu positivamente no Ibovespa, já que a Vale e outras empresas siderúrgicas tiveram suas ações valorizadas”, destaca o executivo.


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