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NOVA YORK, LONDRES, 1 Jun (Reuters) – Os contratos futuros
de açúcar bruto e café arábica na ICE fecharam em queda após
tocarem máximas de vários meses nesta sexta-feira, com operações
no maior produtor, o Brasil, voltando à normalidade após
perturbações causadas por protestos de caminhoneiros em todo o
país.
O contrato de julho do açúcar bruto caiu 0,27
centavos de dólar, ou 2,1 por cento, para 12,52 centavos de
dólar por libra-peso, depois de subir para 12,97 centavos, o
maior valor para um primeiro contrato desde 9 março. Na semana,
o contrato avançou 0,5 por cento.
As vendas vieram na esteira de um rali de duas semanas
impulsionado em parte pelos protestos no Brasil.
A colheita no Centro-Sul do Brasil agora parece estar de
volta à plena carga, enquanto as usinas também estão começando a
retomar as operações, disseram operadores.
O contrato de agosto do açúcar branco fechou em
queda de 1,60 dólar, ou 0,5 por cento, a 353 dólares por
tonelada, depois de tocar máxima em dois meses de 360 dólares.
No café, o contrato de julho do café arábica caiu
0,95 centavos de dólar, ou 0,8 por cento, para 1,2275 dólar por
libra-peso, após tocar o maior nível para o primeiro contrato
desde 30 de janeiro, a 1,2495 dólar.
Os futuros spot do café arábica fecharam em alta pela
segunda semana consecutiva, em parte devido aos protestos dos
caminhoneiros no Brasil, que deverão reduzir as exportações de
café do país em 900 mil sacas de 60 kg.
Operadores disseram que a perspectiva das safras no Brasil
permaneceu favorável, com uma safra recorde antecipada.
O contrato de julho do café robusta caiu 2 dólares,
ou 0,1 por cento, para 1.750 dólares por tonelada.
(Por Marcy Nicholson)
((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447509))
REUTERS SI LC


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