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Por Patricia Zengerle
WASHINGTON, 4 Jun (Reuters) – Importantes senadores
democratas disseram ao presidente dos Estados Unidos, Donald
Trump, nesta segunda-feira que faça um acordo que não deixe a
Coreia do Norte com armas nucleares, e ameaçaram manter ou
endurecer as sanções contra Pyongyang se essa condição não for
atendida.
O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, e
correligionários de comitês de segurança nacional divulgaram uma
carta a Trump delineando exigências para um pacto, que disseram
que precisa ser permanente.
Trump planeja uma cúpula com o líder norte-coreano, Kim Jong
Un, em 12 de junho, o lance mais recente da diplomacia de
grandes expectativas em torno das tentativas norte-americanas de
eliminar o programa de armas nucleares de Pyongyang.
Os democratas também cobraram que Trump seja duro com a
China, aliada de Kim, para que ela "faça tudo que puder para
ajudar a obter um acordo e depois insista em um cumprimento
norte-coreano rígido de tal acordo".
Amenizar sanções propostas em um acordo provavelmente
exigiria aprovação do Congresso, que apoiou tais punições contra
a Coreia do Norte. Como a maior parte das medidas legislativas
necessita de 60 votos no Senado de 100 membros e os republicanos
de Trump só têm 51 cadeiras, isso demandaria apoio democrata.
As exigências democratas a Pyongyang incluem o desmonte e a
remoção de toda arma nuclear, química e biológica, o fim da
produção e do enriquecimento de urânio para uso em armas e o
desmonte permanente de sua infraestrutura de armas nucleares.
Os democratas disseram que a Coreia do Norte também precisa
concordar com a suspensão dos testes de mísseis balísticos e se
comprometer com inspeções rigorosas.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702))
REUTERS AC


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