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Por David Morgan e Susan Cornwell
WASHINGTON, 29 Nov (Reuters) – Republicanos do Congresso
buscaram nesta quarta-feira reformular seu projeto de lei de
corte de impostos para satisfazer parlamentares preocupados
sobre quanto isto irá expandir o déficit federal, conforme a
medida segue em direção a uma votação decisiva no Senado dos
Estados Unidos nesta semana.
As bolsas de valores subiram com otimismo de que o pacote de
corte de impostos pode ser aprovado, mas obstáculos permanecem,
incluindo tentativas de enfrentar o 1,4 trilhão de dólares
estimado que o projeto de lei irá acrescentar à dívida nacional
norte-americana de 20 trilhões de dólares em 10 anos.
O líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, disse que
parlamentares irão dar mais um passo à frente nesta quarta-feira
ao votar para começar ou não debates formais sobre o projeto de
lei. Isto pode levar a uma votação na quinta-feira ou
sexta-feira.
Democratas se opõem à legislação, mas somente uma maioria
simples de senadores é necessária para iniciar debates sobre o
projeto, que busca cortar impostos de corporações, outros
negócios e uma ampla faixa de indivíduos e famílias.
Republicanos possuem uma maioria de 52 a 48 no Senado de 100
membros, dando ao partido votos suficientes para aprovar o
projeto de lei caso consiga total apoio. Sem apoio democrata, os
republicanos não podem perder mais do que dois de seus próprios
votos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, viajava ao Missouri
nesta quarta-feira para fazer um apelo a membros de seu próprio
partido para que apoiem o esforço, que será sua primeira
conquista legislativa significativa desde que assumiu, em
janeiro.
Democratas dizem que o corte de impostos é uma doação para
corporações e para os ricos às custas de trabalhadores
norte-americanos.
O projeto de lei foi elaborado a portas fechadas por um
pequeno grupo de importantes congressistas e membros do governo
Trump, com republicanos de baixo escalão tendo pouca
participação e sem envolvimento de democratas.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702))
REUTERS AC


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