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Por Christine Kim
SEUL, 13 Fev (Reuters) – O líder da Coreia do Norte disse
que quer melhorar ainda mais o "clima acolhedor de reconciliação
e diálogo" com a Coreia do Sul depois que sua delegação de alto
nível voltou de uma visita ao vizinho do sul, enquanto seus
inimigos reiteraram a necessidade de manter o máximo de pressão
e de sanções.
Kim Jong Un deu instruções para medidas que visam um
engajamento intercoreano maior desde que sua irmã caçula, Kim Yo
Jong, liderou uma visita de três dias à Olimpíada de Inverno de
Pyeongchang, noticiou a mídia estatal norte-coreana nesta
terça-feira, sem especificar quais foram as instruções.
Os Estados Unidos pareceram endossar um engajamento mais
profundo entre as duas Coreias após os Jogos, o que pode levar a
conversas entre Pyongyang e Washington. Ainda nesta terça-feira
o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, disse que os EUA estão
abertos a conversar com a Coreia do Norte, segundo informou seu
porta-voz em um boletim.
"Os Estados Unidos veem o diálogo intercoreano sob uma luz
positiva e expressaram sua abertura para conversas com o Norte",
disse Moon ao presidente da Letônia, Raimonds Vjonis, de acordo
com o porta-voz.
Autoridades dos EUA também querem que sanções internacionais
rigorosas sejam intensificadas para forçar Pyongyang a desistir
de seu programa nuclear. Este sentimento foi ecoado pelo
primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, nesta terça-feira,
quando ele disse que Moon concordou ser necessário manter
pressão máxima sobre a Coreia do Norte.
No ano passado o país recluso realizou dezenas de
lançamentos de mísseis e seu maior teste nuclear, desafiando
resoluções do Conselho de Segurança da ONU, com o intento de
desenvolver um míssil com ogiva nuclear capaz de atingir os EUA.
Autoridades japonesas se empenharam em enfatizar que não
existem diferenças entre Japão, EUA e Coreia do Sul quanto à sua
abordagem para lidar com os norte-coreanos.
(Reportagem adicional de Linda Sieg e Tim Kelly em Tóquio e
James Pearson em Pyeongchang, Coreia do Sul)
((Tradução Redação Brasília, 55 61 3426 7029))
REUTERS RB


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