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Tesouro Direto Taxa Zero 970×250

Por Duncan Miriri
NAIRÓBI, 13 Jun (Reuters) – Um congressita do Quênia disse
que levará ao parlamento uma proposta de lei que visa banir as
exportações do café não processado para impulsionar os ganhos de
agricultores.
A nação do leste africano é uma pequena produtora da
commodity, representando cerca de 1 por cento da produção global
anual, mas seus grãos arábica de alta qualidade são procurados
por torrefadores globais que os usam em misturas com outras
variedades.
Grãos de cafés crus, que são a quinta maior fonte de renda
do Quênia, são geralmente vendidos em um leilão semanal na
capital Nairóbi ou diretamente para compradores estrangeiros que
então torram, empacotam e vendem com prêmios pesados.
As exportações de café chegaram a 214 milhões de dólares no
ano até março.
Moses Kuria, do partido governante Jubilee, disse que alguns
países estão importando café bruto queniano, processando-o e
re-exportando de volta ao Quênia para vender às custas dos
agricultores que "não colhem o máximo dos benefícios do que eles
produzem".
Ele disse que seu novo projeto de lei proibirá a exportação
de café cru de qualquer forma.
"Eu estou… introduzindo um projeto de lei na assembléia
nacional que providenciará que o café será exportado apenas em
sua forma processada, tendo sido torrado, moído, embalado e
rotulado, claramente rotulado com a inscrição 'Made in Kenya",
ele disse em carta para o líder do parlamento, vista pela
Reuters nesta quarta-feira.
(Por Duncan Miriri)
((Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7721))
REUTERS IM MN


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