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KINSHASA, 10 Mai (Reuters) – A República Democrática do
Congo anunciou nesta quinta-feira a primeira morte de uma nova
epidemia do vírus Ebola e confirmou que 11 outras pessoas foram
infectadas, incluindo três membros de uma equipe médica.
Ao menos 17 pessoas morreram desde que os habitantes de um
vilarejo do noroeste do país começaram a exibir sintomas
semelhantes aos do Ebola em dezembro, segundo a Organização
Mundial da Saúde (OMS) – mas estes casos não foram confirmados
através de exames.
Esta é a nona vez que o Ebola foi registrado na vasta nação
florestada do centro da África desde que a doença foi
identificada pela primeira vez perto do rio Ebola, situado no
norte do país, nos anos 1970.
"Uma das características marcantes desta epidemia é o fato
de que três profissionais de saúde foram afetados", disse o
ministro da Saúde, Oly Ilunga, em um comunicado. "Esta situação
nos preocupa e exige uma reação imediata e enérgica".
Até agora a maioria dos casos foi registrada nos arredores
do vilarejo de Ikoko Impenge, perto da cidade de Bikoro.
"Depois do contato, as enfermeiras começaram a exibir
sinais… nós as isolamos", disse Serge Ngaleto, diretor do
principal hospital de Bikoro, à Reuters por telefone.
Devido à longa experiência do Congo com o Ebola e à sua
geografia remota, os surtos muitas vezes são localizados e
relativamente fáceis de isolar.
Mas Ikoko Impenge e Bikoro não estão distantes das margens
do Rio Congo, uma via fluvial importante para o comércio e o
transporte correnteza acima em relação à capital Kinshasa.
(Por Patient Ligodi)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS TR


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