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BRASÍLIA, 30 Jan (Reuters) – O diretor-geral da Polícia
Federal, Fernando Segóvia, viajou nesta terça-feira aos Estados
Unidos para fortalecer a relação do país com autoridades de
segurança norte-americanas, em tratativas que deve envolver
parceiras no enfrentamento de crimes transnacionais e também
troca de informações no combate às "fake news", afirmou em nota
a Divisão de Comunicação do órgão.
Na agenda de Segóvia, que fica nos EUA até domingo, estão
previstos encontros com os dirigentes das principais agências
norte-americanas com as quais a PF realiza cooperação policial,
além de visita a instalações.
Com as agências norte-americanas, parceiras no enfrentamento
de diversas modalidades criminosas transnacionais, a PF visa o
compartilhamento de tecnologias, programas de treinamento,
capacitação de policiais e a abertura de novas adidâncias
temáticas policiais nos EUA.
A interação próxima entre forças policias nacionais e
estrangeiras tem obtido resultados relevantes no enfrentamento a
crimes como o tráfico internacional de drogas, armas e de
pessoas, a lavagem de dinheiro, os crimes cibernéticos e a
pornografia infantil, entre outros, disse a PF. Esse tipo de
atuação integrada, entretanto, pode ser ainda maior, de acordo
com a corporação.
"Nossa intenção é aprofundar a troca de informações com as
agências norte-americanas, verificando onde a relação entre a PF
e as autoridades das forças de segurança norte-americanas pode
ser expandida e aperfeiçoada. Uma estratégia eficaz e ágil de
combate a organizações criminosas transnacionais exige a
implementação de novas estratégias e canais diretos de
cooperação internacional entre as polícias de todo o mundo",
explicou Segóvia, conforme o texto divulgado pela PF.
Outra intenção do diretor-geral será aprofundar o
intercâmbio de informações relacionadas ao combate à difusão de
notícias falsas, as fake news, durante o processo eleitoral de
2018 para, juntamente com o grupo de trabalho criado no âmbito
do Tribunal Superior Eleitoral, estabelecer uma nova metodologia
de combate mais efetiva.
Para isso serão compartilhadas as experiências e
aprendizados com os casos de fake news ocorridos na última
eleição presidencial nos Estados Unidos.
A intenção, segundo a PF, é aprender com as dificuldades e
problemas que ocorreram internamente na campanha eleitoral
norte-americana e tentar melhorar na atuação na campanha
brasileira.

(Por Ricardo Brito; Edição de Eduardo Simões)
(([email protected]; 55 11 5644 7759; Reuters
Messaging: [email protected]))

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