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Por Jeff Mason
WASHINGTON, 1 Dez (Reuters) – A saída do secretário de
Estado norte-americano, Rex Tillerson, do governo de Donald
Trump é uma de muitas mudanças prováveis na equipe agora que o
presidente se aproxima de seu primeiro ano no cargo, e fontes
dizem que o principal conselheiro econômico de Trump, Gary Cohn,
e seu genro, Jared Kushner, podem estar entre aqueles que
partirão.
Cohn, cujo relacionamento com Trump se tensionou no início
deste ano, cogitou ir embora depois que a iniciativa republicana
de reforma tributária passar no Congresso, de acordo com fontes
com laços na Casa Branca que falaram sob condição de anonimato.
Kushner, que viu sua influência na Casa Branca encolher,
pode receber um passe para "livrar a cara", já que está lidando
com problemas legais relacionados à investigação de um
conselheiro especial sobre possíveis ligações da campanha
presidencial de Trump com a Rússia, disse uma das fontes.
"Isso é pura especulação", disse o porta-voz da Casa Branca,
Raj Shah, em um comunicado enviado por email sobre uma possível
troca de funcionários.
Assessores de escalões mais baixos também podem aproveitar a
conclusão do ano inaugural de Trump e a reforma tributária como
ensejo para partirem, levando a mais um período de incerteza que
em alguns momentos eclipsou a gestão Trump, iniciada em 20 de
janeiro.
As coisas mudam rápido na Casa Branca de Trump. Conselheiros
e membros do gabinete que perdem prestígio com o presidente
podem reconquistá-lo, o que torna difícil prever alterações na
equipe, mas o mundo todo observa estas mudanças em busca de
indicações de como Trump lidará com questões que vão da Coreia
do Norte à política regulatória.
((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447505))
REUTERS MPP


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