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Os índices de peso em Wall Street fecharam em queda nesta quinta-feira, com dados econômicos, balanços financeiros e dúvidas sobre a nova administração dos Estados Unidos.

O aumento da preocupação com a abordagem do presidente Donald Trump sobre assuntos externos, em meio a polêmica com aliados-chave e parceiros comerciais, pesaram no humor dos investidores.

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Conforme os analistas, as manchetes de Trump incluindo a decisão de colocar o Irã “sob aviso” sobre novas sanções e falta de diplomacia com o primeiro-ministro da Austrália Malcolm Turnbull seguem nas discussões. As complicações estão no foco com os dois melhores aliados e parceiros comerciais dos Estados Unidos: Austrália e México.

O presidente Trump também ameaçou enviar tropas dos Estados Unidos para o México para manter “maus hombres” de entrar, de acordo com reportagens. E Trump twittou que ele estaria estudando um “acordo burro” com a Austrália a “tomar em milhares de imigrantes ilegais.” Isso vem depois de relatos repreendendo o primeiro-ministro australiano Malcolm Turnbull, no sábado em uma reunião que deveria durar mais de uma hora e acabou em menos de 25 minutos com as indelicadezas do presidente dos Estados Unidos.

Dada a falta de clareza sobre como Trump irá lidar com o comércio, cortes de impostos e gastos com infraestrutura, um economista recomendou que os investidores se preparassem para uma súbita mudança no sentimento.

Alguns investidores viram também a decisão do Federal Reserve, que manteve as taxas de juros e não sinalizou novas medidas, em razão para repensar a trajetória das ações.

Ao final, o S&P subiu 0,06% aos 2.280; no Dow Jones, a queda foi de 0,03% aos 19.884; e o Nasdaq, a ficou em queda de 0,11% aos 5.636.

O petróleo WTI fechou em queda de 0,30% aos US$53,72 na Bolsa Mercantil de Futuros, Nova York, para os contratos com entrega em março.

Na semana que terminou 28 de janeiro, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, ajustados, estavam em 246 mil,  queda de 14 mil do nível revisado da semana anterior. O nível da semana anterior foi revisado para cima em 1.000 de 259 mil para 260 mil. A média móvel de quatro semanas foi de 248 mil, alta de 2.250 em relação à média revisada da semana anterior.

A média da semana anterior foi revisada por 250 a partir de 245.500 para 245,750.

A taxa de desemprego foi de 1,5% para a semana que terminou em 21 de janeiro, inalterada face a taxa de revisada da semana anterior.


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