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Os índices de peso de Wall Street experimentaram recordes nos últimos dias, em especial o Nasdaq nesta terça-feira ao atingir os 6 mil, e seguiam para cima nas negociações de hoje. Porém, o mau humor voltou logo depois que o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steve Mnuchin, anunciou o “plano de reforma fiscal” do presidente Donald Trump, que inclui uma “enorme redução”, do atual 35% para 15%, no imposto sobre lucros corporativos e a diminuição das faixas de cobrança que serão aplicadas sobre os trabalhadores.

Ao final, S&P caiu 0,05% aos 2.387; o Dow Jones caiu 0,10% aos 20.975; e o Nasdaq ficou estável aos 6.025.

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Os investidores permaneceram fixados na perspectiva de uma reforma tributária que ostensivamente impulsionaria o crescimento econômico e os lucros das empresas.

“Trata-se de um dos maiores cortes de impostos da história”, destacou Mnuchin em uma coletiva de imprensa na Casa Branca, na qual insistiu que, com estas medidas, se pode alcançar “uma taxa de crescimento econômico anual de 3% ou superior”.

O plano revelado hoje aos jornalistas contém apenas uma página, e delineia “princípios básicos” que deverão ser detalhados mais adiante.

As faixas de cobrança para os trabalhadores passariam de sete a três (10%, 25% e 35%), seria eliminado o imposto sobre sucessões e seriam oferecidas deduções para o cuidado de crianças, entre outros elementos. Conforme as informações da Agência Efe.

O relatório que Nafta permanece na mira da Casa Branca, que renova a angústia de que as políticas comerciais protecionistas podem prejudicar o crescimento global. A decisão de acabar com o Obamacare ainda é uma das prioridades do atual presidente.

O rendimento do rendimento do Tesouro de 10 anos caiu para 2,30%, destacando um aumento na licitação para os títulos de dívida pública.

Na ação corporativa, a Verizon Communications Inc. superou as perdas de blue-chips, abaixo de 2,5%.

As ações do Twitter Inc subiram quase 8%, depois da apresentação dos resultados trimestrais melhores do que o esperado.


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