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Os índices de peso em Wall Street abriram em alta, mas seguiram devolvendo com os indicadores do governo apresentados nesta terça-feira. As atenções se voltam para a reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve iniciada hoje. Há um consenso generalizado de que o banco central manterá a taxa inalterada, entre 0,25% e 0,5%.

Por outro lado, as commodities estão em queda, com destaque para os preços do petróleo comercializados em Londres e no Texas. O minério de ferro recuou na China 4,4%.

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Outro dado preocupa os negociadores na Bolsa de Nova York, as pesquisas com maioria de aprovação da população do Reino Unido para a saída da União Europeia. O referendo está marcado para o próximo dia 23.

Há pouco, o Dow Jones recuava 0,59% aos 17.623 pontos; o S&P perdia 0,64% aos 2.065 pontos; e a Nasdaq perdia 0,63% aos 4.818 pontos.

As vendas no varejo subiram mais do que o previsto em maio, mostrando os gastos do consumidor vão ajudar a impulsionar o crescimento econômico no segundo trimestre. Os dados são do Departamento do Comércio dos Estados Unidos e divulgados nesta terça-feira.

O aumento de 0,5% em compras, seguido de uma elevação anterior de 1,3%, marcaram o maior ganho em um ano. Excluindo as compras de automóveis e gasolina, as vendas subiram 0,3%.

Nove das 13 principais categorias apresentaram aumentos na demanda no mês de maio em relação ao mês anterior, liderados por um salto de 1,3% no comércio não-varejistas de lojas, que incluem comerciantes on-line.

As vendas também subiu 1,3% em lojas de artigos esportivos e 0,8% em lojas de roupas, marcando o maior avanço desde novembro.

As vendas nas concessionárias de automóveis cresceram 0,5% em maio, depois de um salto de 3,1% no mês anterior. O indicador está em linha com números no início deste mês que mostravam as vendas de veículos foram pouco alteradas em maio em relação ao mês anterior.

As vendas de gasolina nos postos subiram 2,1% no mês passado. O custo de um galão médio da gasolina regular era US$ 2,38 em 10 de junho, o maior nível desde setembro.

Os valores utilizados para calcular o produto interno bruto, que excluem categorias, tais como serviços de alimentação, concessionárias de automóveis, lojas on-line e estações de serviço, aumentaram 0,4% em maio, depois de subir 1% no mês anterior, que foi o maior avanço em dois anos.

O custo dos produtos importados saltou 1,4% em maio – o maior aumento em quatro anos – em grande parte devido a uma recuperação nos preços do petróleo a partir de pontos baixos ao ano.

O aumento de 17,4% no custo do petróleo elevou os preços de importação em maio, pelo terceiro mês consecutivo, segundo os dados do governo anunciados nesta terça-feira.

Embora os preços de importação são ainda 5% menor em comparação com um ano atrás, o importante é que não estão mais caindo. A recuperação dos preços do petróleo e um ligeiro abrandamento no valor do dólar combinaram para empurrar os preços nos últimos meses.

Excluindo combustíveis, os preços de importação subiram menos, 0,3% em maio, conforme o Departamento do Comércio, maior ganho desde março de 2014.

O preço dos bens exportados dos Estados Unidos para outros países, por sua vez, subiu 1,1% em maio para marcar o maior ganho desde março de 2011. Porém, ante o ano passado os preços de exportação estão 4,5% menores.


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