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Os índices de peso em Wall Street fecharam no vermelho nesta quarta-feira, com os investidores mantendo as atenções para a ata do Federal Reserve e sem muita vontade correr risco com o feriado de amanhã (23), “Dia de Ação de Graças”, e a Black Friday. Indicadores também ficaram no radar.

Ao final, o S&P ficou em queda 0,08% aos 2.597. O Dow Jones caiu 0,27% aos 23.526. O Nasdaq subiu 0,07% aos 6.867.

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O dólar no índice DXY ficou pressionado em -0,79% a 93.24. A libra britânica ficou estável ante o dólar no Reino Unido a US$1,3320 e abaixo dos US$1,3237.

A presidente do Federal Reserve Janet Yellen, com a proximidade do fim de seu mandato, disse que um dos “maiores desafios” para o banco central permaneceu em cima da inflação sempre abaixo do alvo de 2%.

A inflação manteve-se teimosamente baixa mesmo que a folga no mercado de trabalho. A inflação subjacente, medida pelo índice de preços do PCE, que despoja os preços voláteis de alimentos e petróleo, subiu para uma taxa anual de 1,3% no terceiro trimestre, ante 0,9% no segundo trimestre.

Os indicadores apresentados hoje também pesaram, entre eles os pedidos iniciais de auxílio-desemprego e as encomendas de bens de capital.

Nos Estados Unidos, as novas encomendas de bens de capital produzida no País caíram inesperadamente em outubro, após três meses consecutivos de grandes ganhos, mas um aumento sustentado das remessas apontou um forte impulso na economia à medida que o ano termina.

Os números do Departamento de Comércio desta quarta-feira revelaram que as encomendas de bens de capital não relacionadas com a defesa, excluindo aeronaves, uma procuração vigiada dos planos de gastos das empresas, diminuíram 0,5% no mês passado. Essa foi a maior queda desde setembro de 2016 e seguiu um aumento de 2,1% revisado para cima em setembro.

As principais encomendas de bens de capital aumentaram 4,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. As remessas de bens de capital básicos avançaram 0,4% no mês passado depois de acelerar em 1,2% em setembro.

As transferências básicas de bens de capital são usadas para calcular os gastos de equipamentos na medida do produto interno bruto do governo.

O sentimento do consumidor dos Estados Unidos está marcando ligeiros ganhos este mês em relação à leitura inicial, embora o índice permaneça abaixo da alta da década alcançada em outubro.

A pesquisa da Universidade de Michigan sobre as atitudes dos consumidores em novembro subiu para 98,5 na estimativa apresentada hoje.

Uma leitura anterior deste mês viu o Sentimento do Consumidor caiu para 97,8, um número muito mais fraco do que o previsto por economistas que previam poucas mudanças de mês para mês.

A medida subiu para 101.1 em 13 de outubro – o nível mais alto desde 2004 – mas desinflou-se de forma constante em leituras subsequentes.

As mudanças esperadas nas taxas de inflação para o ano seguinte, também rastreadas na pesquisa, deverão crescer até 2,6% depois do desembarque em um mínimo de 10 meses em 2,4% em outubro.

O índice mede 500 atitudes dos consumidores sobre as perspectivas econômicas futuras, em áreas como finanças pessoais, inflação, desemprego, políticas governamentais e taxas de juros.


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