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Os índices de peso de Wall Street engataram ganhos nesta quinta-feira, com o Brexit no foco dos investidores, movimento igual aos demais globais, e os preços do petróleo reagindo acima dos US$50,00.

Ao final, o Dow Jones subiu 1,29% aos 18.011 pontos; o S&P avançou 1,34% aos 2.113 pontos; e a Nasdaq ganhou 1,59% aos 4.910 pontos.

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Hoje, os mercados reagiram e operam no azul, com a libra esterlina alcançou seu mais alto valor do ano em relação ao dólar, que foi de US$ 1,4901 às 13h (GMT; 10h de Brasília), um aumento de 1,5% sobre a cotação de ontem, diante da perspectiva de que o voto pela permanência do Reino Unido na UE vença o referendo, conforme as informações da Agência Efe.

A moeda britânica subia também 0,41% frente à moeda oficial do bloco europeu, para 1,3071 euros.

A libra se valorizou 4% na última semana devido à perspectiva de que o Reino Unido continue na UE – opção apoiada pelas multinacionais e o centro financeiro de Londres -, recuperando as quedas que havia sofrido no primeiro trimestre.

O megainvestidor George Soros advertiu na última terça-feira que se o Reino Unido deixar a UE, a pode libra pode despencar pelo menos 15%, ou até mais de 20% frente ao dólar.

Hoje, nos Estados Unidos, as vendas de novas casas unifamiliares caiu em maio, depois de alta de mais de oito anos, sinalizando a fraqueza em três regiões, mas o mercado geral de habitação permanece intacto, mostrou o Departamento de Comércio nesta quinta-feira. A queda foi de 6,0% para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 551 mil unidades. O ritmo de vendas de abril foi revisado para baixo a 586 mil unidades, ainda o maior desde fevereiro de 2008, a partir dos anteriormente relatados 619 mil unidades.

Os analistas previam vendas de casas novas, que representam cerca de 9,1% do mercado da habitação, deslizando a uma taxa de unidade de 560 mil no mês passado. A vendas subiram 8,7% há um ano.


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