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Os índices de peso em Wall Street fecharam para cima nesta quarta-feira, depois de duas sessões consecutivas no vermelho, com o alívio pela decisão do Federal Reserve em não mexer com as taxas de juros.

Ainda por lá, os resultados corporativos, dados econômicos do País e da China também alimentaram o humor dos investidores de Wall Street.

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Ao final, Dow Jones ficou em alta de 0,14% aos 19.890; o S&P estava em alta de 0,03% aos 2.279; e o Nasdaq ficou em alta de 0,50% aos 5.642.

O preço do barril de petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Futuros, Nova York, fechou em alta de 1,40% aos US$53,55.

A alta na bolsa eletrônica teve como destaque as ações da Apple, depois que a fabricante do iPhone registrou fortes ganhos.

A Apple, como a maior empresa dos EUA por capitalização de mercado, o que significa que tem uma pesada ponderação nos principais índices, compensou a fraqueza em outras partes do mercado.

Outros gigantes da tecnologia também estavam subindo: Facebook Inc fechou em alta de 2,2% e Nvidia Corp, alta de 4,4%. Google perdeu 0,1% no dia.

As ações da Ford Motor cairam 0,3%, depois das vendas de janeiro, enquanto as General Motors perderam 1,3%.

Indicadores

O emprego no setor privado aumentou em 246 mil empregos entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017, de acordo com o Relatório Nacional de Emprego ADP de janeiro. A estimativa era para 165 mil. O relatório, que é derivado dos dados da folha de pagamento real da ADP, mede a mudança no total de emprego privado não-agrícola a cada mês numa base ajustada sazonalmente. Os dados foram apresentados hoje.

O crescimento na produção industrial dos Estados Unidos em janeiro se manteve em alta pelo quinto mês consecutivo, com pedidos mais fortes. A sinalização é de que as fábricas da América estão se recuperando.

O ISM (índice do Instituto de Gerenciamento de Abastecimento) subiu para 56, o maior desde novembro de 2014, de 54,5 no mês anterior, conforme apresentado nesta quarta-feira pelos membros do instituto com sede em Tempe, no Arizona. A leitura acima de 50 dá sinais de expansão.

O relatório mostrou que os indicadores de produção e encomendas também subiram para os melhores resultados em mais de dois anos, sublinhando a melhoria sustentada na fabricação, depois de ligeira melhora em meados de 2016.

Conforme mostrou hoje o Departamento do Comércio, os gastos com construção para todo 2016 totalizaram US $ 1,16 trilhão, 4,5% superior ao de 2015.

Os gastos com construção privada aumentaram 0,2% em dezembro, enquanto os gastos públicos caíram 1,7%.

Os gastos residenciais com a construção subiram 0,5% no mês, e subiram 5,2% em relação a 2016 em relação ao ano passado.


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