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A Bolsa de Nova York manteve a queda nesta segunda-feira, com petróleo em queda, incertezas na Europa e na iminência da elevação nas taxas de juros pelo Federal Reserve. A campanha presidencial nos Estados Unidos está ganhando força.

Nesta semana, o Banco Central do Japão (BOJ) também realiza sua reunião para definir novos rumos da política local.

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Hoje, o anúncio da Microsoft e a compra do LinkedIn Corp., uma transação em dinheiro por US$ 26,2 bilhões, foi a maior surpresa de Wall Street.

Por lá, as preocupações com o referendo no Reino Unido, 23 de junho, sobre a adesão na União Europeia pesam no comportamento dos mercados globais.

Ao final, o Dow Jones caiu 0,74% aos 17.732 pontos; o S&P caiu 0,81% aos 2.079 pontos; e a Nasdaq recuou 0,94% aos 4.848 pontos.

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira um acordo para adquirir a rede social Linkedin, em uma operação avaliada em US$ 26,2 bilhões.

“A equipe da Linkedin criou um negócio fantástico centrado em conectar profissionais de todo o mundo”, ressaltou o executivo-chefe da Microsoft, Satya Nadella, no comunicado conjunto com o qual se anunciou a operação.

A expectativa é que a aquisição seja completada antes do final desse ano.

De acordo com os termos da operação, a Microsoft pagará US$ 196 por cada ação da Linkedin. Os títulos da rede profissional fecharam cotados na sexta-feira com um preço de US$ 131,08.

A Linkedin manterá “sua distintiva marca, sua cultura e sua independência”, segundo o comunicado, que acrescenta que Jeff Weiner seguirá à frente da empresa como executivo-chefe, mas informando de sua gestão a Nadella.

“Hoje é o momento para a refundação da Linkedin”, afirmou o cofundador dessa empresa e presidente do conselho de administração, Reid Hoffman, em declarações contidas no mesmo comunicado.

A operação foi apoiada “unanimemente” pelos conselhos de administração de ambas empresas, embora ainda esteja pendente da aprovação das autoridades reguladoras.


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