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A bolsa de Nova York opera para cima nesta segunda-feira, depois de sucessivas quedas dos papéis de peso em consequência dos conflitos geopolíticos nas últimas semanas. A recuperação veio com a expectativa para a temporada de balanços e com os números da economia chinesa. O dólar perdeu força ante as demais moedas.

Ao final, o S&P subiu 0,86% aos 2.349 pontos; o Dow Jones ficou em alta de 0,90% aos 20.636; e o Nasdaq estava em alta de 0,89% aos 5.856.

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As reuniões anuais do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) essa semana em Washington estão no foco, bem como os balanços do banco América Corp., do Goldman Sachs Inc., Heineken NV e a Unilever.

Os rendimentos dos Títulos do Tesouro de 10 anos estão 2,25%, perto de média mais baixa de cinco meses.

No cenário externo, Dollar Spot Index (Bloomberg) caiu 0,2%, suavizando as perdas do começo das negociações.

O euro subiu 0,2% para US $ 1,064.

A libra britânica reforçou 0,3% a $ 1.2564, a mais forte em mais de duas semanas.

A lira turca subiu 1,2% para 3.6966 por dólar, ante o resultado do referendo fortalecendo o atual governo.

Ainda sobre as questões geopolíticas, neste final de semana uma provocação indireta da Coreia do Norte ficou chamou a atenção do governo norte-americano.

O País promoveu um desfile militar e lançou um míssil, que fracassou, considerando a visita na área desmilitarizada da Península coreana do vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence.

Através de Pence, a Coreia do Norte foi alertada para não testar a determinação do presidente Donald Trump e nem mesmo a força militar norte-americana. “A Era da tolerância de testes acabou”, disse.

Hoje, o Empire de Manufatura do Estado de Nova York mostrou recuo em abrir, depois de valorizações ao longo de um ano. O sentimento dos construtores também marcou a maior baixa em 11 anos, porém, ainda está em terreno positivo. Na última sexta-feira (14), as vendas do varejo também amargaram perdas com os piores resultados em dois meses.


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