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Os índices de peso de Wall Street devolveram os ganhos nesta quinta-feira, com as commodities no radar. Os preços do petróleo pesaram nas ações das energéticas.

Ainda hoje, os números das solicitações para o auxílio-desemprego, abaixo das estimativas, também aumentaram as apostas sobre a decisão dos membros do Federal Reserve sobre a elevação das taxas de juros. O The Wall Street Journal divulgou pesquisa sobre a postura de analistas e economistas sobre o tema.

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Ao final, o Dow Jones ficou em queda de 0,11% aos 17.985 pontos; o S&P caiu 0,17% aos 2.115 pontos; e a Nasdaq recuou 0,32% aos 4.958 pontos.

Hoje, uma pesquisa realizada pelo “The Wall Street Journal” mostrou que os investidores e analistas de principal mercado financeiro do mundo preveem que o Fed irá aumentar as taxas de juros no país em julho.

A maioria dos economistas consultados pelo jornal – 52,4% – aposta que haverá alta das taxas de juros após a reunião da política monetária que será realizada em julho, enquanto só 6,3% acreditam que a elevação irá ocorrer no encontro da próxima semana. Já 30,2% dos entrevistados esperam que o ajuste ocorra em setembro.

Enquanto isso, na semana que terminou 04 de junho, os pedidos iniciais do auxílio-desemprego, ajustados sazonalmente, ficaram em 264 mil, queda em 4 mil do nível revisado da semana anterior. O nível da semana anterior foi revisado para cima em 1.000 de 267 mil para 268 mil.

A média móvel de quatro semanas foi 269.500, decréscimo de 7.500 em relação à média revisada da semana anterior. Da média da semana anterior, o indicador foi revisado para 250 a partir de 276.750 para 277 mil . Não houve fatores especiais que afetaram os pedidos iniciais desta semana.

Os indicadores apresentados hoje pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos marcam a 66ª semanas consecutivas de pedidos iniciais abaixo de 300 mil, a maior sequência desde 1973.

Analistas avaliam com uma pequena desaceleração na criação de emprego temporário, embora outros indicadores do mercado de trabalho sugerem que a contratação poderá ser menor nos próximos meses. Alguns consideram que, seja qual for o caso, “há pouca razão para acreditar que as empresas estão preparadas para despedir mais trabalhadores”.


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