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As bolsas da Ásia fecharam sem direção nesta sexta-feira, com a decisão do Banco do Japão (BoJ) em não mexer com a política monetária. Com isso, alguns investidores aproveitaram para realizar lucros.

Ao final da jornada, o índice MSCI Asian Pacific ficou estável em Hong Kong. O índice Asia Dow ficou em alta de 0,02% aos 3.320. O Hang Seng, Hong Kong, ficou em alta de 0,24% aos 25.626. O Xangai Composite ficou em queda de 0,30% aos 3.123. Na Índia, o índice Sensex, bolsa de Bombai, ficou em queda de 0,06% aos 31.123. O Nikkei 225, bolsa do Japão, ficou em alta de 0,56% aos 19.943 pontos. O índice Kospi, Coreia do Sul, ficou estável aos 2.361 pontos. O índice FTSE ST, Singapura, ficou em queda de 0,02% aos 3.231. O índice Topix do Japão ganhou 0,5% à medida que o iene ampliou sua maior queda em relação ao dólar em cinco meses. SoftBank Group Corp. subiu 2,9%.

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O BOJ manteve sua taxa de política e a meta de rendimento de obrigações a 10 anos em cerca de zero por cento. O presidente do BoJ Haruhiko Kuroda disse que era muito cedo para mostrar qualquer plano de saída de estímulo, que muitos investidores haviam observado.

Com a inflação ainda distante do seu alvo, o BoJ deixou seu programa de estímulo monetário no controle, dizendo que ao melhorar o consumo privado apoiará uma economia em crescimento.

A declaração de política, hoje, veio depois do terceiro aumento da taxa de juros do Federal Reserve, ressaltando como o BOJ continua atrás de seus pares globais na política de normalização. O banco continuará a gerenciar a curva de rendimentos através de uma taxa de juro negativa e a compra trilhões de ienes em títulos.

O período mais longo de expansão econômica do Japão em uma década proporcionou algum apoio ao BOJ, que não alterou a política desde setembro do ano passado.

Embora a quantidade de títulos que compra está a abrandando, há pouca expectativa de que ele vai mudar substancialmente o curso durante o resto do atual mandato do presidente Haruhiko Kuroda.

O BoJ mantém a taxa de juros negativa em menos 0,1% aplicada à algumas das instituições financeiras.

Compras de títulos do governo, que visam manter o rendimento das obrigações a 10 anos em cerca de 0 por cento.


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