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Mercados asiáticos fecham em alta, com exceção para a Bolsa de Tóquio

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O dia está começando melhor para os mercados de risco em todo o mundo. Ontem, a Bovespa acelerou ganhos mais para o final do pregão com recuperação de Petrobras e Vale, secundada pelas ações de bancos. O petróleo reverteu perdas no mercado internacional e isso ajudou a Bovespa. No encerramento, alta de 0,99% e índice em 64835 pontos. O mercado americano fechou com comportamento misto.

Ontem a “bruxa” andou solta no segmento político. Liminar suspendeu Moreira Franco no ministério recriado por Temer, a chapa Pezão/Dornelles foi impugnada pelo TER-RJ e Sérgio Cabral, Eike Batista e Adriana Ancelmo foram indiciados pela Polícia Federal. Além disso, com relação à Rodrigo Maia, presidente da Câmara, a Polícia Federal diz que recebeu propina da OAS.

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Hoje os principais mercados asiáticos fecharam em alta, exceção para a bolsa de Tóquio com os investidores preocupados com o encontro de Shinzo Abe com Donald Trump e críticas recentes de Trump versando sobre manipulação do câmbio pelo Japão. Europa reforça altas nesse início de manhã, e mercado americano transitando próximo da estabilidade. No Brasil, a Bovespa tem espaço para seguir em alta, mas vai depender de fluxo positivo de recursos.

Na China, durante a madrugada, o PBOC sugeriu valorização da moeda yuan, com paridade de 6,871 sobre o dólar. Na Alemanha, o saldo da balança comercial de dezembro foi superávit de 18,3 bilhões de euros e recorde em 2016 com superávit de 252,9 bilhões de euros (244 bilhões de euros no ano anterior). No Reino Unido, a Câmara dos Comuns aprovou o projeto do Brexit que segue agora para a Câmara dos Lordes.

Na sequência dos mercados no exterior, o petróleo WTI negociado em NY mostrava alta de 0,92%, com o barril cotado a US$ 52,82. O euro era transacionado em alta para US$ 1,069 e os notes americanos com taxa de juros para os títulos de 10 anos de 2,36%. O ouro e a prata operando em alta na Come x e commodities agrícolas majoritariamente em queda.

No segmento local, a FGV anunciou a primeira prévia do IGP-M de fevereiro em desaceleração para 0,10% (anterior em 0,86%). No ano, a inflação mostra alta de 0,74% e em 12 meses +5,40%. O Financial Times disse que a recuperação do Brasil será lenta e longa.

Na sequência dos mercados, os DIs começaram o dia em alta para todos os vencimentos e o dólar abrindo com leve alta de 0,06%. Na Bovespa, o índice futuro começando com leve alta de 0.02%.

Na agenda do dia, nenhum indicador com capacidade de afetar o comportamento do mercado. Mas o Irã realizou novos testes nucleares em meio a tensões geopolíticas.

Bom dia e bons negócios.

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe Home Broker Modalmais
Fonte: https://www.modalmais.com.br/blog/falando-de-mercado


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