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O Ibovespa segue em queda nesta terça-feira, com todos os mercados recuados, com os investidores mantendo a atenção para a agenda global, que está carregada para a semana, e também para notícias e balanços corporativos. O foco também está voltado para o pronunciamento desta noite do presidente Donald Trump, que fará um balanço de seu primeiro ano de governo e também deverá anunciar as medidas para 2018. Ainda por lá, o Federal Reserve começou a reunião de dois dias para definir os rumos da política monetária.

Há pouco, o Ibovespa estava em queda de 0,70% aos 84.107 pontos. O volume financeiro segue para R$1,7 bilhão. O IEE estava em queda de 0,27%.

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As ações com ganhos
Fibria ON, alta de 1,92%; BR Malls ON, alta de 1,55%; Fleury ON, alta de 1,19%; Magaz. Luiza ON, alta de 1,38%; e Cielo ON, alta de 0,73%.

As ações com perdas
Qualicorp ON, queda de 4,19%; P. de Açúcar PN, queda de 2,32%; Cosan ON, queda de 2,04%; Energias BR ON, queda de 1,42%; e Eletrobras PNB, queda de 1,86%.

O Itau Unibanco ON estava em queda de 0,97%.

O Banco do Brasil ON estava em queda de 0,67%.

A Eletrobras ON está caindo 1,04%.

A Petrobras segue em queda de 0,88%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica do Índice Bovespa em vigor de 02 de janeiro a 04 de maio de 2018. Os cinco ativos que apresentam o maior peso na composição do índice são: Itauunibanco PN (10,510%), Vale ON (9,993%), Bradesco PN (7,830%), Ambev S/A ON (6,875%) e Petrobras PN (5,240%).

Empresas

A Fibria (FIBR3) divulga resultado financeiro nesta segunda-feira e a especulação sobre M&A continua. A escalada no preço da celulose do ano passado e o bom controle de custos, com redução de 15% no custo caixa por tonelada de celulose produzida, refletiram-se na evolução do EBITDA, com margem saltando de 36% no 4T16 para 57% no último trimestre. O resultado, no entanto, pode ficar em segundo plano, pois surgiram novas notícias a respeito do interesse da Paper Excellence, que adquiriu a Eldorado do grupo J&F, na Fibria. Apesar da informação, em nota à Comissão de Valores Mobiliários – CVM, a companhia nega a possibilidade. O lucro líquido consolidado foi de R$ 1,09 bilhão. No quarto trimestre, a receita líquida foi de R$ 4,04 bilhões. O EBITDA ficou em R$ 1,9 bilhão, com margem de 57%. No ano, a receita líquida foi de R$ 11,7 bilhões, com EBITDA em R$ 4,9 bilhões e margem em 49%. As vendas ficaram em 1.897 mil t, recorde para o período no quarto trimestre. Houve queda de 2% no volume absoluto de estoques vs o terceiro trimestre de 2017. A produção foi de 435 mil t, totalizando 559 mil t em 2017. A venda de energia de 80 MWh vs. 54 MWh no 3T17. O Capex foi de US$ 339 milhões a ser desembolsado e US$ 215 milhões de recursos a serem sacados.

M.Dias Branco (MDIA3) anunciou que fechou um acordo para a compra da Piraquê. O valor a ser pago é de R$ 1,55 bilhão com recursos próprios, no entanto a transação ainda estará sujeita à aprovação do Cade e dos acionistas da companhia em AGE. Segundo a empresa, essa operação faz parte de sua estratégia para acelerar o seu crescimento nas regiões Sul e Sudeste do país, diversificando ainda mais seu portfólio de produtos. A Piraquê apresentou receita líquida de R$ 717 milhões, no período de outubro de 2016 a setembro de 2017. Em participação de mercado, a Piraquê é a oitava empresa do segmento de biscoitos doces, a décima em biscoitos salgados e em massas é a sexta em receita de vendas, segundo dados da Eurominitor. Já a M.Dias continua sendo líder em massas e biscoitos, reportando uma receita líquida de R$ 4,05 bilhões nos nove meses de 2017. Consideramos essa aquisição positiva para a companhia que já vem expandindo sua operação, com a construção, em andamento, de um novo moinho de trigo na cidade de Bento Gonçalves, além disso, essa operação irá melhorar a presença de produtos de maior valor agregado e elevar a sua participação no Sudeste, principalmente no Rio de Janeiro. Os dados são da Coinvalores.

Commodities

O petróleo referência, Brent, segue em queda na bolsa de Futuros de Londres a 0,06% a US$69,52 o barril.

O petróleo WTI segue em queda de 0,87%, cotado a US$ 64,99 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, ficou em queda de 1,83% a US$72,97 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$1033,42, alta de 0,33%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$1000,00 a tonelada.


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