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A B3 fechou em alta nesta sexta-feira, com os investidores analisando os resultados corporativos apresentados pelas gigantes, algumas com números acima do esperado para o primeiro trimestre de 2017. Alem disso, os ajustes de índices, antes do feriado de segunda-feira, para a formação da Carteira Teórica também puxaram os papéis de peso.

De outro lado, o País enfrentou uma greve geral convocada pelas centrais sindicais para os serviços de transportes, correios, bancos, entre outros. O movimento foi contra as Reformas Trabalhista e da Previdência.

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No final do dia, o presidente Michel Temer disse que nada vai mudar. “Não haverá recuo.” Reforçando que as mudanças são necessárias. Em outros países, mesmo com manifestações, as reforma foram aplicadas e todos estão com economias sólidas.

Ao final, o Ibovespa fechou a semana com alta de 2,58%, o mês em valorização de 0,65% e acumula ganho de 8,6% no ano. Hoje, a valorização foi de 1,12% aos 65.403 pontos. O volume financeiro ficou em R$7,8 bilhões.

As ações com ganhos
Pão de Açúcar PN, alta de 9,46%; Eletrobras ON, alta de 5,24%; Gerdau Metalúrgica PN, alta de 4,78%; Marfrig ON, alta de 4,94%; e Cosan ON, alta de 3,95%.

As ações com perdas
JBS, queda de 1,91%; ENGIE Brasil ON, queda de 0,99%; TIM Participações ON, queda de 0,87%; Bradesco ON, queda de 0,61%; e Cielo ON, queda de 0,62%.

A Vale ON ficou em alta de 2,39% e a PN, alta de 2,58%.
A Petrobras ON ficou em alta de 1,13% e a PN, alta de 1,75%.

Prévia da Carteira Teórica

A terceira prévia da Carteira Teórica do Ibovespa, que vai vigorar de 02 de maio de a 01 de setembro, com base no fechamento do pregão desta quinta-feira mostrou a entrada de Eletrobras PNB (ELET6), totalizando 59 ativos de 55 empresas. Os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Itauunibanco PN (11,517%), Bradesco PN (8,360%), Ambev S/A ON (7,299%), Petrobras PN (5,301%) e Vale PNA (4,662%).

Análise por Alvaro Bandeira

O mês de abril foi o mais movimentado de 2017, tanto no Brasil como nos principais países da Europa e nos Estados Unidos. Em todos, as decisões políticas influenciaram os desempenhos dos mercados financeiros. “Abril fechou zerado no cenário externo e, principalmente por aqui. A volatilidade foi a palavra mais usada nesse período, lembrando que o mês começou e termina com feriado. Foram discussões relevantes em Brasília, como as das Reformas Trabalhista e da Previdência. O peso também ficou com as delações premiadas da Odebrecht na Operação Lava Jato”, explicou Bandeira.

No cenário externo, o analista-chefe do ModalMais destaca o desempenho do presidente Donald Trump. “ A entrada na Síria, as respostas às provocações da Coreia do Norte e a cautela com a China retrataram o mês, a semana e hoje. Já na Europa, o primeiro turno para a eleição na França ficou e vai ficar em destaque até o dia 07. O quadro foi de volatilidade também”, avaliou.

Sobre essa sexta-feira e o impacto no governo do presidente Michel Temer, Bandeira avalia: “ O que acompanhamos não foi uma greve, mas uma manifestação. Se são mais de 17 mil sindicatos e com mais de mil pessoas nas ruas o número seria diferente. Greve não fecha rodovias, é fracasso mesmo”, concluiu o analista-chefe e sócio do Modal Mais, Alvaro Bandeira.

Commodities

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 3,58% a US$68,80 a tonelada seca e com 62% de pureza.

O contrato futuro para entrega em junho do produto tipo WTI é negociado a US$ 49,14 o barril, com alta de 0,37%, no momento.


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