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O Índice Bovespa, o mais importante da bolsa brasileira, derreteu nesta terça-feira, com os investidores digerindo o “Não” para o relatório Reforma Trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) no Senado Federal. Esta teria sido mais uma derrota do governo, quando é esperada também a retomada da discussão sobre a Reforma da Previdência.

Os preços do petróleo, em queda livre nos mercados internacionais, contaminaram as ações das energéticas e, consequentemente, as da Petrobras.

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O minério de ferro, que ensaiou uma recuperação na China, não conseguiu sustentar os os papéis da Vale.

Ao final da jornada, o Ibovespa caiu 2,01% aos 60.766 pontos. O volume financeiro ficou em R$8,1 bilhões. O índice de energia elétrica, IEE, recuou 1,02%.

As ações com ganhos
AMBEV ON, alta de 1,12%.

As ações com perdas

Fibria ON, queda de 0,50%; Qualicorp ON, alta de 0,13%; Estacio Part. ON, queda de 7,11%; JBS ON, queda de 5,35%; Brasil ON, queda de 4,17%; Kroton ON, queda de 3,89%; Siderúrgica Nacional ON, queda de 3,53%; Eletrobras ON, queda de 4,10%; Eletrobras PNB, queda de 4,22%.

A Petrobras ON ficou em queda de 2,40% e a PN, queda de 3,50%.

A Vale ON ficou em queda de 2,58% e a PN, queda de 2,87%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 02 de maio a 01 de setembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (11,453%), Bradesco PN (8,244%), Ambev S/A ON (7,299%), Petrobras PN (5,331%) e Vale PNA (4,727%).

Commodities

O petróleo tipo WTI ficou cotado aos US$ 43,34 o barril e queda forte de 1,95%.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 0,27% a US$56,45 a tonelada seca e com 62% de pureza.


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