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Por Claudia Violante
SÃO PAULO, 5 Jan (Reuters) – Após cair nos três primeiros
pregões do ano, o dólar tentou engatar uma correção, mas o
relatório do mercado de trabalho norte-americano mais fraco do
que o esperado abriu espaço para a moeda perder força e a divisa
registrou uma leve queda ante o real nesta sexta-feira.
Desta forma, o dólar apagou na primeira semana de 2018 toda
a alta de 1,99 por cento acumulada em 2017, ao ceder 2,44 por
cento nesta primeira semana do ano.
O dólar recuou 0,01 por cento, a 3,2336 reais na venda.
Caiu pela segunda semana seguida, acumulando, no período,
retração de 3,03 por cento.
Nesta sexta-feira, a moeda oscilou entre a mínima de 3,2271
reais e a máxima de 3,2504 por cento. O dólar futuro
tinha baixa de cerca de 0,08 por cento.
"O relatório (de emprego nos EUA) enfraquece a possibilidade
de altas adicionais de juros nos Estados Unidos (além do que já
está precificado)", explicou o gerente da mesa de câmbio do
banco Ourinvest, Bruno Foresti.
Em dezembro, a economia dos EUA abriu 148 mil vagas fora do
setor agrícola, abaixo das 190 mil esperadas por economistas.
Mas uma aceleração no aumento salarial indicou força do mercado
de trabalho que pode abrir caminho para o Federal Reserve elevar
a taxa de juros em março.
Após os dados, operadores mantiveram as apostas de que o
banco central dos EUA vai elevar os juros duas vezes neste
ano. L1N1P00PI
O dólar subia ante uma cesta de moedas .DXY , mas perdeu
força após o relatório do mercado de trabalho, além de ter
mudado de direção e passado a cair ante a maioria das divisas
emergentes, como os pesos chileno CLP= e mexicano MXN= .
Internamente, os investidores continuaram monitorando as
articulações do governo para aprovar a reforma da Previdência,
cuja votação está marcada para meados de fevereiro na Câmara dos
Deputados.
Na véspera, o ministro da secretaria de Governo, Carlos
Marun, disse à Reuters que ainda faltavam 50 votos para aprovar
a matéria. urn:newsml:reuters.com:*:nL1N1OZ0XS

(Edição de Iuri Dantas)
(([email protected]; 55 11 5644 7723; Reuters
Messaging: [email protected];))

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