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A Bovespa começou fevereiro no positivo, com os dados econômicos ao redor do mundo, em especial a China, renovando as estimativas de crescimento. Na outra ponta, os números locais reforçam ainda mais as perspectivas de que o avanço da economia está um pouco distante. Com isso, para esta temporada de balanços corporativos, segundo analistas, não será surpresa nenhum número negativo por conta do ano de 2016.

Ao final da jornada desta quarta-feira, o Ibovespa ficou em alta de 0,26% aos 64.836 pontos. O giro financeiro ficou em R$7,9 bilhões.

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“O mercado hoje só esperou. Esperou o Fed, os balanços, a reação do petróleo, com os estoques dos Estados Unidos, a volta das atividades em Brasília, enfim. A Petrobras esperou o petróleo, com pouco de realização, e a Vale acompanhou os pares. A China trouxe boas notícias, como era esperado. O Fomc não elevou os juros e o mercado respondeu, conforme o esperado”, disse o operador da Renascença, Luiz Roberto Monteiro.

Entre as ações em alta ficaram as da Bradespar PN, alta de 4,47%; JBS ON, alta de 3,61%; Rumo Log ON, alta de 0,27%.

Na contramão ficaram as ações da Fibria ON, queda de 2,72%; RaiaDrogasil ON, queda de 3,44%; Qualicorp ON, queda de 3,59%; Estácio Participações ON, queda de 2,33%; e Energias BR ON, queda de 2,14%.

A Petrobras ON ficou em queda de 0,43% e a PN, estável. A Vale ON ficou em alta de 2,21% e a PN, alta de 2,75%.

Carteira Teórica

A carteira teórica do Índice Bovespa que passou a vigorar entre e 02 de janeiro de 2017 a 28 de abril de 2017, com base no fechamento do pregão de 29 de dezembro de 2016, totaliza 59 ativos de 56 empresas e com a entrada da Eletrobras ON (ELET3). Os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Itauunibanco PN (10,681%), Bradesco PN (7,740%), Ambev S/A ON (7,183%), Petrobras PN (6,008%) e Petrobras ON (4,592%).


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