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As bolsas europeias fecharam em território negativo, com os investidores esperando a reunião do Banco Central Europeu esta semana. Por outro lado, indicadores dos Estados Unidos também seguiram nas análises desta sessão.

O Stoxx Europe Index 600 caiu 0,3% em Londres, depois que o Instituto de Gestão de Fornecimento das Indústrias (ISM) dos Estados Unidos mostrou que as indústrias expandiram em agosto no ritmo mais fraco em seis anos.

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As informações dos executivos de compras e abastecimento do país no ISM de não-manufaturados mostraram que o Índice de Atividade de Negócios ficou em 51,8%, o Índice de Novas Encomendas em 51,4% e o Índice de emprego em 50,7%.

Ao final da jornada, em Milão, o índice FTSE-MIB caiu 0,80% aos 17.052 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 ficou em queda de 0,60% aos 8.899 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 recuou 0,24% aos 4.529 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 subiu 0,14% aos 10.687 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 recuou 0,78% aos 6.826 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 caiu 0,78% aos 4.742 pontos.

Os investidores avaliam a probabilidade de que os bancos centrais globais irão manter as políticas monetárias de apoio dos ativos de risco, como o BCE na reunião desta quinta-feira (08). A maioria dos economistas acredita que o presidente do BCE Mario Draghi irá prolongar flexibilização quantitativa pela segunda vez, com a inflação da Zona do Euro ainda perto de zero por quase dois anos.

Os comerciantes também estão fixando probabilidades menores para uma decisão do Federal Reserve elevar as taxas de juros dos Estados Unidos apenas em dezembro.
Além disso, novas conversas de outro referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia e indicadores que serão divulgados estão no foco . Por lá aumenta o temor de uma recessão.

Com base em dados provisórios, o Escritório Federal de Estatística (Destatis) relatou que os preços novas encomendas na indústria transformadora aumentou em julho de 2016, corrigidas dos dias úteis e ante os 0,2% em junho de 2016.

Em julho de 2016, encomendas domésticas diminuíram 3,0%, enquanto as encomendas estrangeiras aumentaram 2,5% em relação ao mês anterior. As novas encomendas da Zona do Euro subiram 5,9% em relação ao mês anterior e as novas encomendas provenientes de outros países aumentaram em 0,6% em relação a junho de 2016.

Em julho 2016, os fabricantes de bens de capital apresentaram aumentos de 0,8% sobre o mês anterior. Para bens de consumo, uma diminuição de novas encomendas de 4,3% foi registrada.

Os dados do PMI Markit das vendas do varejo para a Eurozona – que controla as alterações mês a mês das vendas de varejo em três maiores economias do bloco combinadas – subiu para uma alta de dez meses de 51,0, em agosto, e 48,9 em julho.

No mês de agosto, os aumentos nas vendas no varejo da Zona do Euro foram liderados por crescimentos sólidos na Alemanha e na França. No entanto, os homólogos italianos registraram quedas pelo oitavo mês consecutivo, sinalizando um retorno ao crescimento em vendas depois de reduções modestas.

O PMI para as vendas do varejo na Alemanha no mês de agosto sinalizou aceleração, com ajuste sazonal, o indicado ficou em 54,1 de 52,0 e julho.

A justificativa se deu com o volume de vendas mais elevado nas ofertas promocionais, com o aumento do turismo no verão europeu. O resultado é o mais elevado desde março desse ano.


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