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As bolsas europeias fecharam com ganhos nesta sexta-feira, com o setor bancário novamente no foco, depois de acordos com órgãos reguladores dos Estados Unidos, e com o governo da Itália se preparando para socorrer o banco Monte dei Paschi di Siena SpA.

O Deutesche Bank AG ficou com as ações em alta com o acordo do Departamento de Justiça dos Estados Unidos para a redução da cobrança de US$14 bilhões para US$7,2 bilhões para liquidar créditos hipotecários.

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O Deutsche concordou em pagar uma multa de US$ 3,1 bilhões, além de US $ 4,1 bilhões para o consumidor, que tem menos consequências imediatas e menos sólidas, porque deve ser pago ao longo de pelo menos cinco anos, disse o banco em um comunicado na noite de quinta-feira (22).

O Credit Suisse AG também estava com as ações em alta, depois de liquidar na Justiça dos Estados Unidos a multa de US$5,3 bilhões por conta da venda de títulos hipotecários do banco suíço antes da crise financeira (2008).

Já as ações do Barclays caíram mais de 0,8%, depois do banco britânico anunciar que vai contestar a decisão do Departamento de Justiça dos Estados Unidos alegando fraude também em títulos hipotecários.

Na Itália, o governo prepara um pacote para socorrer o Monte dei Paschi, quando as ações do banco foram suspensas nas negociações por determinação do banco central italiano. A instituição mais antiga do mundo anunciou que está enfrentando dificuldades para levantar €5 bilhões para capitalização.

O governo italiano aprovou um fundo de €20 bilhões para ajudar bancos em dificuldades, o que acaba abrindo caminho para socorrer o Monte dei.

Outros títulos bancários italianos subiram como o Unione di Banche Italiane SpA, alta de 1,08%, o UniCredit SpA alta de 1,3%, BPER Banca SpA, 1,2%, e Banca Popolare di Milano PMI, 1%.

Como o Natal acontece no domingo, na segunda-feira (26), quase todos os mercados europeus estarão fechados. Já no dia 02, apenas no Reino Unido e Irlanda permanecerão fechados.

Ao final da jornada, em Londres, o índice Stoxx Europe 600 subiu 0,04% aos 359.98 pontos. Em Milão, o índice FTSE-MIB subiu 1,17% aos 19.345 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 subiu 0,37% aos 9.367 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 caiu 0,05% aos 11.449 pontos. Em Paris, o índice CAC 40 subiu 0,10% aos 4.839 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 subiu 0,06% aos 7.068 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 subiu 0,50% aos 4.635 pontos.

A confiança do consumidor da Alemanha está encerrando o ano positiva. As expectativas econômicas aumentaram. Em contraste, a propensão para comprar sofreu perdas moderadas. O índice global de clima do consumidor prevê 9,9 pontos para o primeiro mês do próximo ano, após um valor de 9,8 pontos em dezembro.

Os consumidores permanecem otimistas quando o ano de 2016 chegar ao fim. Como sugerido pelo terceiro aumento sucessivo das expectativas econômicas, eles acreditam que a economia alemã está em curso para um crescimento moderado. Os são do GfK e foram apresentados hoje.

Na França, em novembro de 2016, as despesas de consumo das famílias aumentaram novamente em volume, 0,4% depois de 0,8%. Em particular, as compras de automóveis aumentaram e as despesas com energia aumentaram mais uma vez, embora a um ritmo mais moderado do que em outubro.

Em novembro, o consumo de energia voltou a crescer (+ 1,4%), mas de forma menos vigorosa do que em outubro (+ 3,6%). Os gastos com gás e eletricidade continuaram a subir, devido a temperaturas ainda mais baixas do que as normas sazonais.

O consumo de produtos refinados abrandou, mas manteve-se dinâmico (+ 1,7% após 2,7%), impulsionado pelas despesas com combustíveis. Os dados são do Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos (INSEE) e foram apresentados hoje.


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