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Os mercados acionários da Europa operam sem direção nesta segunda-feira, com os balanços corporativos, bem como o cenário político. O destaque é a reunião do Eurogrupo que deverá ter como pauta principal a dívida da Grécia e o Brexit, que gerando polêmica enquanto o tema segue na mesa do Parlamento.

Os ganhos seguem para as empresas de telecomunicações, com a Deutsche Telekon suportando a queda nos resultados da Unilever NV.

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As ações da Deutsche Telekom subiam 3%, depois do relatório de que a Sprbank, proprietária da Softbank Corp., tinha como alvo a unidade da T-Mobile US Inc. em uma fusão.

As ações da Unilever caíam 6,6%, indo para a pior queda desde 2008, depois que a Kraft Heinz retirou sua oferta de US $ 143 bilhões para a empresa. A empresa de consumo anglo-holandesa subiu sexta-feira, quando da divulgação da notícia.

O volume negociado segue baixo sem a referência dos Estados Unidos.

As ações do Royal Bank of Scotland Group subiram 6,3%, depois do desmantelamento de planos para vender sua unidade bancária Williams & Glyn, eliminando um dos maiores obstáculos para pagar dividendos e reduzir a participação do governo britânico.

O Stoxx Europe 600 – seguia em alta de 0,14%, em Londres; FTSE-MIB (Milão) estava em queda de 0,18%; Ibex 35 (Madri) estava em alta de 0,30%; DAX 30 (Frankfurt) estava em alta de 0,57%; CAC 40 (Paris) estava em alta de 0,14%; FTSE-100 (Londres) estava em queda de 0,05%; e o PSI-20 (Lisboa) alta de 0,52%.

Com o risco político na Europa em destaque, estrategistas recomendam um comércio emparelhado do índice DAX da Alemanha contra o CAC 40 da França como uma proteção contra o risco de um voto populista na França, conforme nota. No caso da vitória da candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, na França, o DAX deve ser um paraíso relativo dentro da Zona do Euro, consideraram. As informações são de agências internacionais.


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