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As ações europeias fecharam no vermelho nesta quinta-feira, com o sentimento econômico para a maior economia da Europa, a Alemanha, dando sinais de desaceleração.

Por outro lado, a fala de Janet Yellen em Jackson Hole, Wyoming, nesta sexta-feira (26) seguiu no radar. As apostas são para pistas sobre quando e como serão elevadas as taxas de juros dos Estados Unidos. Porém, é importante destacar que está próxima a reta final para a eleição presidencial e alguns analistas não acreditam em qualquer movimento do Fed neste momento.

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Em Londres, o índice Stoxx Europe 600 deslizou 0,8%, para 342,02 no fechamento do pregão, com todos os grupos da indústria recuando.

O DAX da Alemanha ficou com um dos piores resultados entre os índices de peso nos mercados da Europa Ocidental, depois que os dados do instituto Ifo mostraram que o sentimento empresarial na maior economia da região está enfraquecido para este mês de agosto. O índice FTSE MIB da Itália perdeu com as ações dos bancos.

No final da jornada, em Milão, o índice FTSE-MIB caiu 1,07% aos 16.710 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 ficou em baixa de 0,65% aos 8.599 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,65% aos 4.406 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 caiu 0,88% aos 10.529 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 recuou 0,28% aos 6.816 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 caiu 0,45% aos 4.677 pontos.

A confiança das empresas na Alemanha piorou, conforme mostrou hoje o Ifo – Índice do Clima de Negócios. O índice saiu de 108,3 pontos em julho para 106,2 pontos em agosto. Tanto a situação atual dos negócios e as expectativas para os próximos seis meses foram avaliadas como ruins pelas empresas se comparado com o mês anterior. A economia alemã segue parada com o verão.

Na fabricação, o índice caiu novamente. Os industriais estavam menos satisfeitos com a sua situação atual dos negócios. As expectativas também caíram de média para longo prazo, especialmente o volume de novas encomendas diminuindo. O índice de clima de negócios recuou em quase todos os ramos da indústria, com maior clareza, no entanto, nas indústrias químicas e elétricas.

O Ifo revelou também que o PIB do segundo trimestre revisto ontem confirmou que a maior economia da Europa cresceu 0,4%. Uma das principais fontes de expansão: as exportações.

As transferências para fora saltaram 1,2% no segundo trimestre. O consumo interno continuou a ser uma força positiva nos dados revistos no segundo trimestre, mas o ritmo de 0,2% foi relativamente moderado.


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