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As Bolsas da Europa devolveram os ganhos no final das sessões nesta terça-feira, com alguns resultados financeiros abaixo das estimativas.

A Novartis AG acabou puxando as farmacêuticas para baixo, com perdas de 2,8%, depois de reportar ganhos abaixo do esperado pelo sétimo mês consecutivo.

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A Roche Holding AG, na qual Novartis detém uma participação, caiu 1,1%. A Nordisk A / S perdeu 1,8%, depois que a Eli Lilly & Co. registrar vendas decepcionantes de insulina.

Os bancos italianos também recuaram com a UniCredit SpA e Unione di Banche Italiane SpA deslizando pelo menos 3%. O Monte dei Paschi di Siena SpA fechou com perdas de até 15%, depois de apagar um aumento de até 27%.

A Eurozona aprovou a  3ª parcela de resgate da Grécia de 2,8 bilhões de euros, depois que o País cumpriu todas as reformas exigidas para a liberação do aporte, conforme anunciou o Mecanismo Europeu de Estabilidade Europeia (MEDE), que é responsável pelos empréstimos da Eurozona à Grécia.

Há mais de três anos, o governo de Alexis Tsipras vem enfrentando uma série de desafios para reerguer o País. O temor de um “defaut” movimentou a Europa e os gregos ameaçavam sair da Zona do Euro, como fez o Reino Unido.

Ao final da jornada, em Londres, o índice Stoxx Europe 600 caiu 0,35% aos 343,07 pontos. Em Milão, o índice FTSE-MIB caiu 0,44% aos 17.230 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 recuou 0,83% aos 9.139 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 recuou 0,04% aos 10.757 pontos. Em Paris, o índice CAC 40 ficou em queda de 0,26% aos 4.540 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 subiu 0,45% aos 7.017 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 caiu 0,63% aos 4.710 pontos.

O sentimento do empresário da Alemanha subiu para o nível mais alto em mais de dois anos em outubro, sinalizando ritmo de crescimento renovado na maior economia da Europa. O índice de clima de negócios do instituto Ifo, de Munique subiu para 110,5 de 109,5 em setembro.


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