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As bolsas europeias quebraram as sequências de quedas nesta sexta-feira, embalando os maiores ganhos desde abril, com os dados das folhas de pagamento dos Estados Unidos sinalizando que o mercado de trabalho está firme, mas não seria suficiente para que o Federal Reserve eleve as taxas de juros.

O Payroll subiu 151 mil em agosto, com dados revisados em julho de 275 mil. Enquanto o número de agosto, a taxa de desemprego perdeu força e ficou em 4,9%. Os números ajudaram a aliviar as especulações de o Federal Reserve poderia aumentar os custos dos empréstimos já este mês.

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Ficaram para cima as ações das farmacêuticas e utilitários puxando os índices do Reino Unido e da França.

Em Londres, o índice Stoxx Europe 600 subiu 2%, o maior desde 29 de junho, aos 344,03 pontos e ganho semanal de 2%. Ao final, em Milão, o índice FTSE-MIB subiu 1,54% aos 17.183 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 ficou em alta de 1,67% aos 8.908 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 subiu 2,31% aos 4.542 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 subiu 1,42% aos 10.683 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 subiu 2,20% aos 6.894 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 subiu 1,04% aos 4.762 pontos.

Enquanto isso, o Eurostat, que é o escritório estatístico da União Europeia, divulgou hoje os preços na produção industrial da Zona do Euro (E19) e da União Europeia (E28).

Em julho de 2016, em comparação com junho de 2016, o preço na produção industrial subiu 0,1% tanto na EA19 como na EU28. Em junho de 2016, os preços aumentaram 0,8% em ambas as zonas.

Em julho de 2016, em comparação com julho de 2015, os preços na produção industrial diminuíram 2,8% na Zona do Euro e 2,5% na União Europeia, na comparação mensal por agrupamento industrial principal e nos Estados-Membros.

O aumento de 0,1% nos preços da produção industrial na indústria total na E19 em julho de 2016, em comparação com junho de 2016, é devido aos aumentos de 0,3% para os bens de consumo não-duráveis, de 0,2% para bens intermediários e de 0,1% para ambos bens de capital e bens de consumo duráveis, enquanto os preços caíram 0,4% no setor da energia. Preços da energia total, excluindo a indústria, aumentaram 0,2%.

No EU28, o aumento de 0,1% é devido a aumentos de 0,3% para os bens de consumo não-duráveis, de 0,2% para ambos os bens intermediários e bens de capital e de 0,1% para bens de consumo duráveis, enquanto os preços caíram 0,3% no setor de energia. Preços da energia total, excluindo da indústria, aumentaram 0,2%.

Os maiores aumentos de preços na produção industrial foram observados no Chipre, 2,2%; Reino Unido, 0,6%; Luxemburgo, 0,4%; e na Bélgica, 0,3%. As maiores diminuições na Estônia, 2,3%; Dinamarca, 1,3%; Países Baixos, 1,1%; e na Grécia, 1,0%.

O número de desempregados nos escritórios de serviços públicos da Espanha aumentou em agosto em 14,435 pessoas em relação ao mês anterior. Este aumento é menor do que no mesmo mês do ano passado e na média dos últimos oito anos (46,029 pessoas).

Assim, o número total de desempregados registados era de 3.697.496, o número mais baixo registrado em agosto desde 2009.

Em termos dessazonalizados, o desemprego foi reduzido em 24,462 pessoas em agosto. A variação mensal do desemprego ajustada sazonalmente caiu em 39 dos últimos 40 meses.

No ano passado, o desemprego baixou de 370,459 pessoas. É o maior declínio anual registrada em agosto das séries históricas. A taxa anual de redução do desemprego acelerou em agosto atingiu 9,1%, o ritmo mais rápido de declínio desde 1999.


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