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As bolsas europeias estão operando no vermelho, com os resultados fiscais no radar, em dia de agenda enfraquecida.  Por outro lado, os negociadores de ações do Reino Unido, com índice principal dividido entre altos e baixos, estão deixando de lado o otimismo com o Brexit e com a primeira-ministra Theresa May preparando os detalhes para iniciar as negociações da saída do Reino Unido do bloco.

O aumento no FTSE 100, 12%, durante o mês se deu com a libra em queda. A moeda oscilou quase 7.000 no mês, embora não tenha conseguido manter o recorde intraday em 11 de outubro. Hoje, a moeda caía 0,5%, em Londres.

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Perto do fechamento, em Londres, o índice Stoxx Europe 600 caía 2,37% aos 340,70 pontos. Em Milão, o índice FTSE-MIB caía 0,08% aos 17.215 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 recuava 0,08% aos 9.146 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 estava em queda 0,66% aos 10.686 pontos. Em Paris, o índice CAC 40 estava em queda de 0,42% aos 4.521 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 caía 0,96% aos 6.950 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 recuava 0,23% aos 4.701 pontos.

O indicador GfK de confiança do consumidor da Alemanha prevê 9,7 pontos para novembro, depois de uma figura de 10,0 pontos em outubro. Assim, o indicador caiu abaixo da marca de 10 pontos para a primeira vez desde junho 2016.

Após três quedas sucessivas, as expectativas econômicas melhoraram novamente em outubro. O indicador ganhou 6,2 pontos, subindo assim para um valor de 13,0 pontos. Isto representa um aumento de 15,9 pontos em comparação com o correspondente período do ano passado.


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