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Os mercados acionários da Europa fecharam sem direção nesta segunda-feira, com os balanços corporativos, bem como o cenário político.

Os ganhos ficaram para as empresas de telecomunicações e para as empresas de mineração com o minério batendo recorde de preços na China. A Deutsche Telekon suportou a queda nos resultados da Unilever NV.

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As ações da Deutsche Telekom subiam 2,5%, depois do relatório de que a Sprbank, proprietária da Softbank Corp., tinha como alvo a unidade da T-Mobile US Inc. em uma fusão.

As ações da Unilever caíam 6,6%, indo para a pior queda desde 2008, depois que a Kraft Heinz retirou sua oferta de US $ 143 bilhões para a empresa. A empresa de consumo anglo-holandesa subiu sexta-feira, quando da divulgação da notícia.

O volume negociado segue baixo sem a referência dos Estados Unidos.

As ações do Royal Bank of Scotland Group subiram 6,8%, depois do desmantelamento de planos para vender sua unidade bancária Williams & Glyn, eliminando um dos maiores obstáculos para pagar dividendos e reduzir a participação do governo britânico.

O Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,22%, em Londres; FTSE-MIB (Milão) fcou em queda de 0,15%; Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 0,28%; DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 0,60%; CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,05%; FTSE-100 (Londres) ficou estávela; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,49%.

Com o risco político na Europa em destaque, estrategistas recomendam um comércio emparelhado do índice DAX da Alemanha contra o CAC 40 da França como uma proteção contra o risco de um voto populista na França, conforme nota.

No caso da vitória da candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, na França, o DAX deve ser um paraíso relativo dentro da Zona do Euro, consideraram. As informações são de agências internacionais.


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