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As bolsas europeias fecharam com ganhos nesta segunda-feira, com notícias corporativas e financeiras.

Ao final da jornada, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,37% aos 389.05, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,81% aos 21.001; o Ibex 35 (Madri) subiu 0,62% aos 10.696; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 0,29% aos 12.770; o FTSE-100 (Londres) subiu 0,31% aos 7.446; o CAC 40 (Paris) subiu 0,56% aos 5.295 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,65% aos 5.234.

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As ações das mineradoras ajuram o Stoxx Europe, com ganhos de até 0,9% no benchmark.

As ações do Intesa Sanpaolo SpA saltaram 3,5%, depois de concordar em pagar apenas 1 euro pelos bons ativos de dois bancos desaprovados do Veneto, com o apoio do estado italiano. A intervenção, que os analistas dizem reduzir o risco sistêmico no setor financeiro do país, também elevou as ações da UniCredit SpA, do Banco BPM SpA e da BPER Banca SpA.

A Nestlé, a empresa de maior peso listada na Europa, viu os papéis subindo 4,3% para uma alta histórica, depois que o fundo de hedge do investidor ativista, Dan Loeb, acumulou uma participação de US$ 3,5 bilhões na gigante de alimentos e incentivou a empresa a vender sua participação na L’Oreal SA, aumentar a alavancagem das recompras de ações e adotar um objetivo formal de rentabilidade. As ações da L’Oreal,subiram 3,9%, o segundo maior advancer no Stoxx 600, depois da Nestlé.

A valorização de mercado da Nestlé, com sede em Vevey, Vaud, na Suíça, era de US$ 263 bilhões, a partir da semana passada, é a maior da Europa. Third Point, o fundo hedge de Loeb, possui cerca de 40 milhões de ações da empresa Vevey.


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